O Deadline anunciou com exclusividade que a Netflix está no início das negociações para a gravação de duas sequência do filme de ação de sucesso que estrou em 2021, Alerta Vermelho.

De acordo com o site, Rawson Marshall Thurber já começou a trabalhar no roteiro e os filmes devem ser gravados em sequência. Espera-se que a produção comece no início de 2023, dependendo da disponibilidade da agenda de Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds, que retornam nos papeis de destaque do longa.

Apesar da Netflix ainda não ter confirmado, é bastante provável que a continuação aconteça, já que durante a divulgação do filme que estreou em 2021 a semente de uma sequência foi plantada. Na época, em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor e roteirista disse, “Se fôssemos fazer uma sequencia, a única coisa responsável seria fazer o segundo e o terceiro [filmes] consecutivos. É uma produção muito grande e se você puder montá-la uma vez, será melhor para todos. Inclusive para minha saúde mental.

Beau Flynn retornará na produção através da Flynn Pictures Co, ao lado de Dwayne Johnon, Hiram Garcia e Dany Garcia com a Seven Bucks Productions. Thurber também produzirá o longa através da Bad Version Productions; Scott Sheldon será o produtor executivo.

Alerta Vermelho está disponível na Netflix e foi sucesso de visualizações em diversos países, desde o seu lançamento em novembro de 2021.

O Deadline informou com exclusividade que Gal Gadot estrelará o reboot do clássico de suspense Ladrão de Casaca (To Catch a Thief), filme original de 1955 dirigido por Alfred Hitchcock.

Além de estrelar o projeto, a atriz também produzirá o longa da Paramount Pictures ao lado de Jaron Varsano, ambos da Pilot Wave, e Neal Moritz, da Original Film. Eileen Jones está encarregada do roteiro do remake.

Ainda não se sabe os detalhes da história, mas o filme de Hitchcock conta a história de um veterano ladrão de joias, John Robie (interpretado por Cary Grant), conhecido como “o Gato”, que se vê obrigado a voltar à ativa, quando uma série de assaltos semelhantes aos que costumava realizar assusta seus vizinhos na Riviera Francesa e chama a atenção da polícia. Disposto a capturar o verdadeiro culpado e provar sua inocência, ele arma um plano que envolve a mimada e bela Frances Stevens (interpretada por Grace Kelly).

Eileen Jones é uma roteirista em ascensão após seu trabalho na série Prodigal Son. Seu trabalho mais recente, Highwayman, que ela escreverá junto de Margot Robbie e Christina Hodson já está em produção.

O papel de Gal Gadot no filme ainda não foi divulgado.

Gal Gadot é a capa e recheio da revista estadunidense de fevereiro, InStyle. Além de aparecer em um novo ensaio fotográfico (e franja!) pelas lentes de Giampaolo Sgura, a atriz falou sobre o nascimento de sua filha Daniella, suas raízes israelenses e o famigerado vídeo de “Imagine”. Confira a tradução da entrevista a seguir.

Começando a conversa com Gal Gadot

Nossa estrela da capa de fevereiro fala sobre parto, o exército israelense e, sim, “Imagine”.
Por Laura Brown

Seria fácil resumir a carreira de Gal Gadot em duas palavras: Mulher-Maravilha, mas sua jornada a Hollywood é menos simples do que uma laçada de um laço dourado. Enquanto ela foi escolhida para inspirar os sonhos de jovens mulheres, os sonhos de Gadot, originalmente, eram bem diferentes. Nascida em Israel, aos 18 anos ela participou de concursos de beleza (“será legal contar aos meus netos“), vencendo o Miss Israel, em 2004.

Depois disso, ela se alistou como treinadora de combate no serviço militar obrigatório de Israel; por volta dessa época, aos 20 anos, conheceu o marido, Jaron Varsano. Ela então estudou direito na universidade, mas o chamado para os negócios bem sucedidos não parou. Assinando com um agente de atuação, ela foi escalada para Velozes e Furiosos de 2009 e começou a viver entre Tel Aviv e Los Angeles. Em 2016, Gadot conseguiu o papel de Diana Prince, também conhecida como Mulher-Maravilha, em Batman v Superman: A Origem da Justiça, e o resto é história de bilheteria.

Estrelando o mistério de assassinato de Kenneth Branagh que estreia em fevereiro, Morte no Nilo, Gadot também está desenvolvendo Mulher-Maravilha 3 e um filme biográfico da Cleópatra, no qual ela estreará. Ela é tão objetiva quanto seus papéis são escapistas – e sim, ela caçoará de “Imagine”, também.

Laura Brown: Nunca nos conhecemos, mas sempre achei que você é mais subversiva do que parece. Por exemplo, quando você estava concorrendo ao Miss Universo [em 2004, depois de vencer o Miss Israel], você perdeu o concurso deliberadamente.

Gal Gadot: Não sou o tipo de garota que gosta de competições de beleza. Mas eu tinha um tempo antes do meu serviço militar e pensei, “Vai ser legal dizer aos meus netos que a vovó competiu no Miss Israel.” E daí eu ganhei. Fiquei tipo, “Puta merda. E agora?” Eu não queria vencer. Nunca pensei que ganharia. Eu era tão ingênua. Eu tinha apenas 18 anos e me tornar uma celebridade e ter paparazzi por perto foi demais para mim. Quando me mandaram para o Miss Universo, eu disse: “Nunca mais. Não vou nem arriscar”. E eles foram, “Você tem que usar vestidos de noite no café da manhã.” Foi tão ridículo; eu não agi conforme as regras. Simplesmente fiz minhas coisas e não tentei impressioná-los. Fiquei tipo, “Inglês, não. Não falo. Língua muito difícil.” E daí não passei da primeira fase. [risos]

LB: Você ainda faz isso?

GG: Claro! Sempre culpo a língua. Em hebraico, sou muito eloquente na maneira como falo e nas palavras que escolho. Eu amo idiomas e às vezes é frustrante que eu vivo minha vida em inglês agora. Eu sonho em inglês, mas ainda não tenho a linguagem completamente dentro de mim. Sempre que fico frustrada, penso: “Ainda sou uma imigrante”.

LB: Dito isso, você acha que é melhor trabalhar em Hollywood quando se é de outro lugar?

GG: Sempre vejo o copo meio cheio, então vejo isso como uma vantagem, embora tenha certeza de que há muitas desvantagens. Demorou para me ajustar a Hollywood, para entender o comportamento, para ler as pessoas, para ser mais educada e eloquente. Venho de uma cultura na qual não temos filtros. Dizemos o que pensamos, bom e mau. Meus pais não me criaram para ser a estrela da família ou para ficar famosa. Não achei que seria atriz. Isso me ajudou a manter minha sanidade.

LB: Pois é, nem toda atriz poderia ter dito: “Eu poderia muito bem entrar numa competição de beleza antes do meu serviço militar.”

GG: Mas você só pode falar do prisma da sua vida e do que você sabe. Todos que conheço foram para o exército, meus pais, meus avós, meus amigos. Está meio que no DNA de ser israelense. É obrigatório.

LB: Você era treinadora de combate. O que isso requer?

GG: Eu fiz um campo de treinamento de recrutas. Foram meses aprendendo Krav Maga e fazendo exercícios de flexões, barra e corridas com sacos de areia na praia. Eu não estava lutando em um campo; eu era apenas uma instrutora de academia que preparava programas de treinamento para as pessoas do exército. Parece exótico e emocionante, mas eu simplesmente ia para a academia às 5 da manhã e voltava para casa às 4.

LB: Seu treinamento de combate foi em Lycra.

GG: Exatamente. No final do dia, usei Alo Yoga.

LB: Como foram suas primeiras audições?

GG: Depois do meu serviço militar e de modelo, entrei na universidade e estudei direito. Havia uma diretora de elenco lá procurando pela nova Bond girl e ela havia visto meu cartão na minha agência de modelos. Fiquei tipo, “Ouça, eu não sou uma atriz. Estou aqui porque meu agente me disse que você realmente queria me ver, mas não quero gastar seu tempo.” Não consegui o papel, mas comecei a trabalhar com instrutores de atuação e fazer testes em Israel. Consegui meu primeiro papel para uma série de TV e o mesmo diretor de elenco se lembrou de mim e me contratou para Velozes e Furiosos. Então comecei meu caso com atuação.

LB: Foi quando você se mudou para os EUA?

GG: Não. Eu não queria me mudar para os EUA por muito tempo. Meu marido e eu íamos três meses por ano. Eu fazia testes e odiava. Mas parecia o lado mais leve da vida e foi revigorante tentar algo diferente. As coisas realmente mudaram quando consegui Mulher-Maravilha, obviamente.

LB: Global, em um segundo.

GG: Na época em que consegui Mulher-Maravilha, eu era muito famosa em Israel. Então, eu estava acostumada com a fama e sabia o que esperar. Talvez o escopo fosse maior nos EUA, mas, na verdade, é tudo a mesma coisa – apenas em locais e magnitudes diferentes.

LB: Há algo para ser julgado por sua aparência no início da vida que quando você ficar mais velho, você simplesmente vai: “Foda-se, vou falar agora”?

GG: Eu sempre disse: “Foda-se, vou falar agora.” Nunca tive vergonha de falar. Isso pode ter algo a ver com a cultura de onde venho, a franqueza e o deixa-de-besteira.

LB: Eu tinha uma amiga na premiação Elle Women in Hollywood e ela disse que quando você recebeu o prêmio, você debochou e começou a cantar “Imagine”.

GG: Sim. Não tinha porquê não. Eles tinham um microfone lá.

LB: Muitas pessoas simplesmente não fariam isso.

GG: Parecia certo e eu não me levo muito a sério. E com toda a controvérsia do “Imagine”, é engraçado. [Em março de 2020, Gadot lançou um vídeo dela e de amigos famosos cantando “Imagine”, de John Lennon, que foi marcado como desafinado nas redes sociais.] Eu estava ligando para a Kristen [Wiig] e pensei, “Ouça, eu quero fazer essa coisa.” A pandemia estava na Europa e em Israel antes de chegar aqui [nos EUA] da mesma maneira. Eu estava vendo para onde tudo estava indo. Mas [o vídeo] foi prematuro. Não era o momento certo e não era a coisa certa. Era de mau gosto. Tudo foi com intenções puras, mas às vezes você não acerta no alvo, certo? Senti que não queria mais dar atenção a isso, então [o evento] foi uma oportunidade maravilhosa de fazê-lo.

LB: Muitas atrizes podem se sentir constrangidas ou se auto censurar, então isso foi bem punk, considerando tudo. Qual foi o maior risco que você correu na sua carreira?

GG: Não sinto que fiz nada arriscado. Me sinto privilegiada, grata e sortuda, vindo de um lugar minúsculo no Oriente Médio e conseguindo trabalhar com pessoas incríveis. É tipo, “Foda-se, apenas seja grata e cale a boca.” É preciso muito trabalho árduo, o que estou feliz em fazer. Somos muito voltados para a família, portanto, estar longe das nossas em Israel é um preço que você paga. Não dá para ter tudo, é assim que se diz?

LB: Não dá para se ter as duas coisas?

GG: Aha, isso.

LB: Diga-me, o quão ambiciosa você era ao chegar?

GG: Sou ávida e sempre fui assim. Meus pais me ensinaram: “Seja como um cavalo”. Os cavalos estão apenas se concentrando em sua raia, então eles disseram, “Apenas foque em seu próprio caminho.”

LB: Qual é a sua ambição agora?

GG: Acho que no início da minha carreira era, “Arrume um emprego como atriz.” Eu consegui isso em Israel; daí foi, “Arrume um emprego como atriz nos Estados Unidos.” Em seguida, “Consiga um papel significativo.” Agora é contar histórias que sejam significativas para mim, mas também desenvolver o nossa própria coisa. Quero que nossa produtora [Pilot Wave] seja sólida e use isso para controlar o destino de minha carreira o máximo que puder.

LB: Posso presumir que ‘Pilot Wave’ não se refere à Mulher-Maravilha acenando do jato?

GG: Vem da física quântica. É uma teoria de que tudo, na realidade, está guiado por esta pequena “onda piloto” que mostra exatamente para onde as partículas devem ir; ela conduz as coisas e abre caminho para que tudo aconteça como deveria acontecer.

LB: Quando você sentiu, pela primeira, vez que tinha poder “na sala”?

GG: Depois do sucesso de Mulher-Maravilha. Eu não podia acreditar que aconteceu comigo. Quando me disseram que eu teria meu próprio filme solo, pensei, “Puta merda. Eles vão descobrir que não sou uma atriz de verdade.” Você conhece a síndrome do impostor? Eu fiquei tipo, “Finja até conseguir.” Daí, fui abençoada por trabalhar com uma parceira incrível, [a diretora] Patty Jenkins. Estávamos literalmente lado a lado, ombro com ombro. Fizemos isso juntas. Depois de provarmos ao estúdio que podíamos levar pessoas aos cinemas e fazer dar certo, algo realmente mudou.

LB: Com a disparidade salarial em Hollywood, outras atrizes vieram até você depois desse sucesso e disseram, “Merda. Finalmente. Estive aqui ganhando um décimo do salário do Jack”?

GG: Sim, várias atrizes entraram em contato. Houve um grande senso de camaradagem. As pessoas adoram retratar as mulheres como se brigássemos e tivéssemos inveja, mas havia muito amor e apoio, e tipo, “Isso! Finalmente!” Eu recebi isso de mulheres incríveis ao redor do mundo – grandes atrizes, também. Eu pensei: “Ai meu Deus, não posso acreditar que ela simplesmente me agradeceu.” Foi um momento interessante, porque conforme o filme estava saindo, o movimento #MeToo realmente começou a decolar. Era como se as estrelas estivessem alinhadas.

LB: Então Mulher-Maravilha 3 está acontecendo, certo?

GG: Estamos desenvolvendo o roteiro agora. Provavelmente começaremos em um ano e meio ou mais.

LB: Qual é a sensação de ter sua vida mapeada?

GG: Eu adoro isso. Se há uma coisa que não gosto neste negócio é que geralmente você não sabe quando ou onde será o próximo projeto. Depois de ser mãe e ter filhos, você precisa planejar e resolver sua vida.

LB: Você tem três filhas [Alma, 10 anos; Maya, 4 anos; e Daniella, 8 meses]. Você é muito protetora?

GG: Elas são a única coisa que me certifico de manter o mais privado possível. Eu quero que elas sejam ingênuas, seguras e protegidas. Eu compartilho muito – acredito que se eu passar por experiências com as quais as pessoas possam se identificar ou aprender, ótimo. Mas, no que diz respeito à minha família, sou muito protetora.

LB: O que a palavra “fodona” significa para você?

GG: Forte, confiante, sexy, inteligente.

LB: Quem você diria que é fodona?

GG: Patty Jenkins, Halle Berry, Kari Skogland e, claro, Chloé Zhao. Todas são cineastas.

LB: Kari está dirigindo seu filme Cleópatra. Presumo que será diferente da versão de Elizabeth Taylor e Richard Burton, mas como você vê isso?

GG: Não posso revelar muito, mas posso dizer que vamos celebrar a história da Cleópatra. Vamos mostrar não apenas o quão sexy e atraente ela era, mas o quão estratégica e inteligente, e quanto impacto ela teve e ainda tem no mundo em que vivemos hoje. Assisti a todos os filmes de Cleópatra ao longo da história, mas sinto que estamos contando a história que o mundo precisa ouvir agora.

LB: Como você particularmente evita cobras em sua vida?

GG: Você tenta escolher as pessoas certas.

LB: Você sempre teve um bom detector de conversa fiada?

GG: Acho que sim. Quando criança, minha mãe me disse: “Não seja amiga dela.” Você sente isso.

LB: Qual foi a coisa mais foda que você já fez?

GG: Fazer um filme durante a gravidez ou quando você tem um bebê. Quando você está no set, você é como uma pipa. Você pode voar tão alto e tentar pegar o ar. Então, você volta para casa para fazer seu turno principal como mãe. Não é sobre mim, é, “OK, agora eu preciso dar banho na Maya, alimentar a Alma, colocar a Daniella para dormir.” Essa é a coisa mais foda que eu faço: o malabarismo entre minha vida familiar e minha carreira de atriz.

LB: Uma das garotas está gritando e você fica tipo, “Cristo, eu fui uma pipa hoje cedo.”

GG: É verdade. Eu estava filmando uma cena em Londres no balancim de um avião e estava presa lá. Alma fez uma apresentação na escola que eu não pude ir, falei com ela depois e perguntei: “Como foi?” Ela estava chorando, perguntando por que eu não estava lá. Aí comecei a chorar, mas tentava não mostrar a Alma que estava chorando.

LB: Espere aí. Você estava chorando no jato invisível?

GG: Sim, estava!

LB: Ninguém pode ver você.

GG: Aha, todos podiam me ver. Havia uma câmera na minha frente, uma do meu lado e uma do lado de Chris [Pine]. Não há privacidade alguma.

LB: Isso é o que tento fazer com a revista. É tipo, “Isso, aqui estão essas mulheres que têm dinheiro e vestidos bonitos, mas a pressão sobre elas e a violação de sua privacidade é maior.” Não inveje ninguém.

GG: Quanto maior o sucesso, maior o preço.

LB: O que dinheiro significa para você?

GG: É importante para mim. Sempre me preocupei em ser independente e trabalhar. Comecei a trabalhar quando tinha 12 anos, como babá e fazendo acampamentos para os menores.

LB: Muitas mulheres ainda evitam falar sobre dinheiro.

GG: Às vezes não é sobre o dinheiro, mas mais sobre o que o dinheiro simboliza. Sou uma pessoa que gosta de agradar e, quando era pequena, costumava marcar brincadeiras simultaneamente porque me sentia mal em dizer não. Minha mãe me disse: “Quando você diz não, as pessoas te respeitam mais.” Eu tenho uma luta dentro de mim – a que quer agradar e a garota que quer ser assertiva. Então, com dinheiro, nem sempre é sobre a quantia, mas se meus companheiros de direita e de esquerda estão fazendo isso e eu estou trazendo o mesmo valor, adoraria ser igual. Não gosto da palavra “respeito” porque contém elementos do ego, mas as pessoas o levam mais a sério quando você se trata com seriedade.

LB: Isso significa igualdade. Significa liberdade. Esta é uma pergunta direta: quão vaidosa você é?

GG: Com moda? Eu sou péssima. No trabalho me maquiam, mas não gosto de usar maquiagem no dia a dia. Eu odeio provas de roupas. Se você alguma vez falar com a Elizabeth [Stewart, estilista de Gadot], pergunte a ela o quanto ela gosta do nosso tempo juntos. Eu fico tipo, “Coisas para fazer, lugares para ir. Vamos encontrar o melhor vestido que eu amo e pronto.” Eu era modelo, então posso colocar a roupa e tirá-la rapidamente. Não sou muito vaidosa, porque não passo muito tempo me mimando com esse tipo de coisas. No entanto, sou um fanático por tratamentos de spa e corporais. Eu amo isso.

LB: Seu vestido vermelho Loewe para a estreia de Alerta Vermelho estava perfeito. Você é tipo, “Tá, você quer uma estrela de cinema glamorosa? Vou te dar uma.”

GG: Foi meu primeiro tapete vermelho desde que tive Daniella. Eu fiquei tipo, “Quero sentir que estou de volta ao jogo, porque estive grávida por quase um ano. Quero me sentir como uma mulher.” A propósito, eu estava malhando, me preparando para isso. Eu estava de olho no que estava comendo e tudo isso.

LB: Três filhos não é nada.

GG: Sim, mas comecei jovem. Eu tinha 25 anos quando estava grávida de Alma. Sempre quis ser uma mãe jovem. É, três filhos. Não é brincadeira, mulher. Deus os abençoe, mas dá muito trabalho.

LB: Você se sentiu bem durante a terceira gravidez e depois?

GG: Eu amo dar à luz. Eu faria isso uma vez por semana, se pudesse. É tão mágico. E eu sempre tomo epidural, para ser justa, então não é tão doloroso. No momento em que você sente que está criando vida, é incrível. Mas as gravidezes são difíceis para mim – me sinto mal e tenho enxaquecas. Eu não estou no meu elemento.

LB: Você está casada há 13 anos. Sei que seu marido, Jaron, está produzindo com você. Que seguro é ter alguém que está lá desde sempre?

GG: É enorme. Crescemos juntos. Eu sei que ele não está comigo porque sou uma “estrela de cinema”. Ele está comigo porque me ama. A conexão estava lá desde o início, antes de tudo, então isso sempre foi muito real e muito bom. Sou muito grata por poder tê-lo conhecido quando tinha 20 anos. Eu era um bebê.

LB: Você era treinadora de combate?

GG: Eu ainda estava no exército, isso. Ele me encontrou de uniforme. [risos] Ele adorou. Eu ainda tinha mais um ano de serviço.

LB: Do que você acha que ele tem mais orgulho de você?

GG: Que eu continuei a mesma. Talvez eu tenha evoluído, mas não mudei. [Jaron entra na sala.]

GG: [para Jaron] Venha dizer oi para a Laura.

Jaron Varsano: Olá, Laura da InStyle.

LB: Eu acabei de perguntar, de que forma você se orgulha de Gal?

JV: Isso é fácil. Na vida de montanha-russa que vivemos, ela consegue manter uma vida familiar e profissional muito equilibrada e tudo está tranquilo. É uma coisa muito impressionante, balancear tudo ao mesmo tempo e permanecer normal.

GG: Eu disse que ele provavelmente diria que não mudei; Posso ter evoluído, mas nunca mudei. O tipo “normal” dá isso.

JV: Exatamente.

LB: Dez pontos para o Jaron!

GG: Incrível. Conseguimos.

Veja as imagens da sessão fotográfica através dos links a seguir.

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Esta matéria completa estará disponível na revista física e digital a partir de 14 de janeiro.

Gal Gadot é um dos 500 nomes que aparecem na quinta lista anual da Variety que elenca os líderes mundiais mais influentes da indústria da mídia global.

Ao lado de nomes de peso de Hollywood, como Nicole Kidman, Reese Whiterspoon, Margot Robie, Jennifer Aniston e Jennifer Lopez, a atriz israelense aparece na lista como produtora, graças à Pilot Wave. A Variety frisa que ela se destacou por passar de protagonista de filmes de super-heróis para produtora do gênero de biografia, mistério e série de TV, sempre focando em mulheres poderosas.

Através da Pilot Wave, Gal Gadot está produzindo diversos títulos, como os longas Irena Sendler (2023) que se passa durante a Segunda Guerra baseado na história da enfermeira de mesmo nome; outro que conta a história da rainha do Egito, Cleópatra; Mulher-Maravilha 3, o terceiro filme da heroína que já está em pré-produção e uma minissérie da Apple TV que conta a vida da estrela e inventora Hedy Lamarr. No início deste ano (2021), a atriz e produtora também produziu o documentário da National Geographic, 2021: IMPACT com Gal Gadot, que deverá retornar com uma segunda temporada.

O próximo lançamento da carreira da atriz é Morte no Nilo, que chega aos cinemas brasileiros em 10 de fevereiro.

A 20th Century Fox divulgou um novo trailer e pôsteres inéditos do filme estrelado por Gal Gadot. Morte no Nilo.

O trailer do longa foca na personagem de Gal Gadot, Linnet Ridgeway Doyle, que é vítima de assassinato a bordo do Karnak, durante um cruzeiro no rio Nilo.

Durante sua viagem de lua de mel num cruzeiro pelo rio Nilo, Linnet Ridgeway, uma rica herdeira é morta e por coincidência quase todos os passageiros têm motivos para matá-la. Enquanto as investigações têm início no próprio navio, novas mortes acontecem com o intuito de encobrir a verdade.

Após diversos adiamentos, tanto por conta da pandemia da COVID-19 como por escândalos envolvendo um dos atores, o filme finalmente ganhou data de estreia nos cinemas de todo o mundo. No Brasil, ele estreará nas telonas em 10 de fevereiro.

 

Enquanto divulgava seu último filme, Belfast, o diretor Kenneth Branagh falou ao Variety sobre a estreia de Morte no Nilo e seu adiamento, após o ator Armie Hammer ser acusado de abuso sexual por diversas mulheres. A polícia de Los Angeles iniciou uma investigação e o ator foi demitido de diversos projetos, no entanto ainda é incerto se o escândalo prejudicará a divulgação do filme baseado no livro de Agatha Christie.

O que está acontecendo ali é um assunto pessoal e privado do qual eu não tenho conhecimento e que está passando por um processo que deve ser respeitado,” disse Branagh. “Essas questões muito sérias estão sendo tratadas com seriedade.

Morte no Nilo é estrelado por Kenneth Branagh, Gal Gadot, Tom Bateman, Armie Hammer, Rose Leslie, Emma Mackey, Annette Bening e Letitia Wright. Branagh é o diretor do longa que conta com a adaptação da história de Agatha Christie por Michael Green.

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Veja mais informações sobre a personagem de Gal Gadot e do longa na página de filmografia de Gal Gadot.

O Deadline informou com exclusividade em 6 de dezembro que a diretora do longa Falcão e o Soldado Invernal (2021), Kari Skogland, encontrou o seu mais novo projeto: ela é a nova diretora de Cleópatra, estrelado por Gal Gadot.

A diretora assume o lugar de Patty Jenkins, que estava ligada ao projeto originalmente e passou a ser uma das produtora do longa. Desta forma, Patty Jenkins pode focar em seus próximos grandes projetos: Mulher-Maravilha 3Star Wars: Rogue Squadron.

A Paramont Pictures adquiriu os direitos de Cleópatra em outubro de 2020, após um leilão com a participação da Universal Pictures, Warner Bros, Netflix e Apple TV. Charles Roven (Atlas Entertainment), Patty Jenkins, Gal Gadot e seu marido e companheiro na produtora Pilot Wave Motion Pictures, Jaron Varsano são os produtores, além de Laeta Kalogridis, que também é a roteirista do longa.

Kari Skogland dirigiu os episódios da minissérie da Marvel, Falcão e o Soldado Invernal. O escopo e sucesso da série foi o que atraiu os executivos, já que é isso que eles almejam com este filme. I grande reconhecimento de Kari Skogland veio, quando ela foi uma das diretoras chaves das temporadas iniciais de O Conto da Aia (The Handmaid’s Tale).

Cleópatra está em pré-produção e ainda não possui data de lançamento estimada.

Em 30 de novembro, Gal Gadot e Jaron Varsano anunciaram que são os mais novos investidores da K Health, uma plataforma virtual de consultas médicas e atendimento de saúde nos Estados Unidos.

A empresa de saúde informou que ao longo dos últimos anos, Gal e Jaron puderam conhecer a tecnologia da K Health em poder ajudar milhões com tratamentos de saúde gratuitos e com informação precisa e de alta qualidade. No início da pandemia da COVID-19, Gal Gadot teve uma dor de cabeça muito forte. A atriz tinha perguntas, mas não queria deixar sua casa para obter as respostas. Ela havia ouvido de uma amiga sobre a K Health e decidiu baixar o aplicativo. Dentro de 10 minutos ela recebeu o apoio médico necessário sem deixar suas filhas em casa e descobriu que era apenas enxaqueca. A história foi compartilhada nas redes sociais da atriz.

Um tempo atrás, fiquei com a pior dor de cabeça, era o início da pandemia e eu não queria sair de casa. Uma amiga me recomendou este aplicativo e em 10 minutos eu estava conversando com um doutor e recebendo conselhos médicos. Foi tão fácil (foi apenas uma enxaqueca, aliás 😎). Fiquei tão fascinada e intrigada por este aplicativo tão incrivelmente fácil de usar e tive que pesquisar tudo sobre ele.
Estou tão feliz de dizer que hoje estamos embarcando em uma nova jornada com a K Health, fornecendo fácil acesso à cuidados médicos sem precisar sair de casa. Medicina acessível para todos a seu alcance. Experimente!

Veja mais a seguir sobre a parceria de Gal Gadot e Jaron Varsano com a K Health e saiba mais sobre o aplicativo.

Gal Gadot e Jaron Varsano unem forças com a K Health para entregar melhores cuidados com a saúde à milhões

Gadot e Varsano são os mais novos investidores da K Health, a plataforma de consultas médias virtuais que funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana e é alimentada por Inteligência Artificial

NOVA YORK – (BUSINESS WIRE) – A K Health anunciou hoje que Gal Gadot, atriz e produtora de renome mundial, e o produtor Jaron Varsano, uniram forças com a K Health para ajudar milhões de pessoas pelos Estados Unidos a ter acesso a médicos remotos a preços acessíveis e informações de saúde gratuita e precisa.
Gadot e Varsano, pais de três filhos, fizeram parceria com a K Health em um esforço para ajudar as pessoas nos Estados Unidos a ter acesso a serviços de saúde convenientes e de alta qualidade na ponta dos dedos. Eles viram em primeira mão as coisas incríveis que podem acontecer, quando a tecnologia é usada na área de saúde e querem ajudar a K Health a levar adiante sua missão de oferecer a todas as famílias cuidados melhores e mais acessíveis que não dependem da condição do plano de saúde ou da proximidade a um médico.

Pudemos conhecer a K Health e adoramos como a tecnologia capacita as pessoas a comparar instantaneamente seus sintomas com milhões de outras pessoas e enviar mensagens a um médico, para um tratamento rápido ou ficar tranquilo“, disse Gadot. “Ninguém deveria ter que escolher entre medicamentos ou uma refeição para seus filhos e queremos fazer parte em ajudar a K Health a cumprir sua missão de proporcionar acesso a cuidados de saúde de qualidade e acessíveis a todos.

K Health, com sede na cidade de Nova York, é uma plataforma digital de atendimento inicial orientada por dados que usa Inteligência Artificial para juntar o conhecimento de milhares de médicos e bilhões de conhecimentos de dados clínicos para obter informações e tratamento confiáveis para as pessoas gratuitamente. Ela também oferece às pessoas acesso 24 horas por dia, 7 dias por semana, a médicos, receitas médicas e cuidados urgentes para adultos e seus filhos maiores de 3 anos. A K Health pode tratar ansiedade e depressão, bem como outras condições crônicas por US$ 12 por mês.

Como mãe de três filhos e grávida durante a pandemia, vi em primeira mão a importância de poder me conectar virtualmente com um médico“, continuou Gadot.

A demanda pela K Health aumentou rapidamente desde o início da pandemia, à medida que mais pessoas percebem o valor das consultas médicas virtuais e consultas médicas através de aplicativos.

Na K Health, queremos que as pessoas assumam os cuidados de saúde e nunca hesitem em entrar em contato com um médico sobre um problema de saúde“, disse Allon Bloch, CEO e cofundador da K Health. “Gal é uma Mulher-Maravilha da vida real e estou muito animado por ela estar de acordo em ajudar as famílias a obterem os melhores cuidados que merecem.

No ano passado, a K Health lançou seu programa de Pediatria, o primeiro atendimento médico para crianças que funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana baseado em dados e anunciou uma colaboração com a Mayo Clinic Platform para acelerar a implantação de modelos de atendimento virtuais em todo o país. A K Health também fez parceria com a Baltimore City Schools e a Boost Mobile em um esforço para tornar a saúde disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, uma realidade para todos nos EUA.

Sobre a K Health

A K Health, com sede em Nova York, é a plataforma digital de cuidados de saúde iniciais baseada em dados com a missão de usar o poder do conhecimento médico compartilhado para que todos tenham acesso a serviços de saúde melhores e acessíveis, quando e onde precisarem. A K Health é um aplicativo gratuito que usa Inteligência Artificial para ajudar as pessoas a entender como aqueles com sintomas e condições semelhantes (também conhecido como “People Like Me”) foram diagnosticados e tratados. Sua plataforma consolida o conhecimento de milhares de médicos e bilhões de conhecimento de dados clínicos para fornecer às pessoas informações confiáveis ​​e tratamento rápido. A K Health também oferece, por meio de entidades profissionais afiliadas, a opção de conversar com um médico sem Plano de Saúde por menos de uma mensalidade. A K Health trata centenas de condições de cuidados primários e urgentes, bem como ansiedade e depressão, e oferece planos e receitas médicas de tratamento remotos personalizados.

A K Health está disponível em 48 estados e já ajudou mais de 5 milhões de pessoas a terem acesso a cuidados de saúde de melhor qualidade e a preços acessíveis. Para obter mais informações, visite www.khealth.com ou baixe o aplicativo.

Como informado pela Mako, a K Health já é realidade em Israel, através dos conveniados da Maccabi HMO que alimentaram o banco de dados do aplicativo com 2.2 milhões de consultas médicas feita nos últimos 25 anos.

O segredo de Gal Gadot foi revelado: ontem, a atriz de Alerta Vermelho lançou a Goodles, uma linha de Mac & Cheese, prato tipicamente estadunidense, orgânico, a base de plantas e mais saudável.

A linha de pratos vem em quatro sabores: o clássico macarrão corneto com molho cheddar, Cheddy; macarrão parafuso com queijo asiago e parmesão, Twist My Parm; macarrão conchinha com queijo cheddar branco, Shella Good; e macarrão espiral com molho cacio e pepe (queijo e pimenta), Mover & Shaker. Cada caixa contém 14 g de proteina, 6 g de fibra e 21 nutrientes de vegetais orgânicos, além de queijo lácteo e farinha de trigo, entregando menos calorias e mais probióticos. Os produtos estarão nas lojas entre o início e meados de 2022, mas já é possível comprar diretamente do site da Goodles.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz falou de sua paixão por Mac & Cheese. “Só para você entender a minha paixão, meu amor por mac & cheese, quando eu tinha 6 anos e morava em Israel, minha tia e meu tio que estavam morando nos Estados Unidos vieram nos visitar e sabe o que eles me trouxeram de presente? Uma sacola cheia de caixas de Mac & Cheese porque não existia isso em Israel. É assim o quanto eu amo mac & cheese… e eu sempre soube que era uma comida porcaria, mas ainda assim amava! Desde que amadureci, me importo com o que consumo e me preocupo com meu treino. Temos três filhas e somos muito cuidadosos com o que damos para elas comerem. Estávamos procurando uma opção melhor e mais saudável. E eu estava tão frustrada, porque em tantos outros mercados – para pessoas que são sensíveis à lactose ou pessoas que são sensíveis ao trigo, ou o que quer que seja – existem tantas opções melhores, tantas alternativas. E com isso, não havia nenhuma.

Estes produtos são os primeiros da Gooder Foods, empresa sediada em Santa Cruz (Califórnia), que Gadot fundou ao lado de seu marido, o incorporador Jaron Varsano e Jennifer Zeszut, ex-CEO da marca de alimentos saudáveis para bebês Cerebelly. A empresa é apoiada pela empresa de alimentos, Rose Culinary. Ainda na equipe, estão veteranos da indústria de alimentos da Annie’s e da Kraft.

Sei que parece muito ‘Hollywood’, mas Gal e eu sempre buscamos uma ideia que fosse uma empresa original e inovadora. A nutrição é uma parte muito importante de nossas vidas como qualquer outra… O fato de que a Goodles atrai tanto o público adulto quanto as crianças é muito importante, porque eu mesmo me exercito muito, assim como a Gal,” diz Varsano.

Foram testadas mais de cem receitas para chegar à vencedora. Todas elas foram testadas por uma comunidade de glutões em todo o Estados Unidos, inclusive pelas duas filhas mais velhas do casal de Hollywood.

Fomos ingênuos em pensar, no início, que esse seria um processo fácil, eficaz e rápido para descobrir a receita certa“, explica a atriz de 36 anos. “Estávamos muito errados. Em primeiro lugar, reunimos um grande grupo de pessoas de todo o país, mais de mil pessoas, para encontrar o equilíbrio e o gosto certo para o produto. Nossas filhas fizeram parte disso, é claro, e elas foram as juízas mais duras.

Além de agradar o público que os testou, a Goodles também ganhou o Purity Award da organização sem fins lucrativos do Colorado, a Clean Label Project, que testa produtos para toxinas e contaminantes industriais e ambientais (como resíduos de pesticidas, plastificantes e metais pesados). Além disso, o produto também ganhou a aprovação do treinador de Gal Gadot

Gal Gadot e seu marido Jaron Varsano ao lado da equipe da Goodles.

Varsano explica: “Ele sempre nos diz para comermos carboidratos após o treino, porque criam um pico de insulina que atua junto com a proteína e posso ficar maior, mais durão e resistente, e quando eu levei isso ao meu treinador, ele disse: ‘Esta é a solução perfeita para vocês, têm a proteína, têm os carboidratos e é delicioso!’

 

Não é a primeira vez que Gadot e Varsano fazem parceria nos negócios. Os dois também são investidores em uma série de empresas preocupadas com a saúde, incluindo a marca de carne alternativa sediada em Israel Aleph, a fabricante de leite em pó infantil ByHeart e a startup de saúde com base em inteligência artifical, K Health, entre outras.

O segredo deles para uma parceria de vida de sucesso: “Salas separadas com zoom!” brinca Varsano. E ele continua, “concordamos que não há problema em discordar. Como parceiros, cada um de nós traz uma coisa diferente para a discussão e em nosso relacionamento, estamos juntos há muito tempo e gostamos de trabalhar juntos e, como mencionei antes, é uma família de circo, então toda a família trabalha junto. Mas respeitamos uns aos outros e as opiniões uns dos outros e entendemos que cada um de nós traz algo mais para a discussão. Isso é importante e crucial.

Gadot acrescenta: “Temos pontos de vista e aspirações semelhantes, sempre queremos estar envolvidos, promover, impulsionar e fazer coisas que trazem alegria. Sabe, não é que estejamos trabalhando em um medicamento contra o câncer, mas queremos fazer coisas que tragam alegria ao mundo, que tragam algo positivo. Como Jaron mencionou, este produto está reimaginando toda a experiência do ‘velho’ mac & cheese e queríamos criar a mesma experiência, mas garantindo que os nutrientes e tudo mais fossem bons.

Varsano elogia Gal Gadot, dizendo que a atriz é uma cozinheira incrível. A atriz, por sua vez, diz que shakshouka está entre suas especialidades: um prato clássico do Maghrebi com ovos poche, tomate, pimentão e temperos. E para adicionar um sabor gourmet aos seus pratos, óleo de trufas é a sua escolha para refeições discretas ou entretenimento em sua casa. (Varsano acrescenta que Gadot também é uma ótima anfitriã de jantares).

Será que podemos esperar um livro de receitas Gadot-Varsano? Gadot responde ao The Hollywood Reporter: “Oh, você acabou de plantar uma semente!

O que Goodles e a Mulher-Maravilha têm em comum?

À Forbes, Gadot promete que vai fazer barulho nas mídia sociais para apoiar o lançamento da Goodles e observa que a marca é mais do que apenas um produto alimentar, mas algo em que ela acredita profundamente. Ela acredita que a Goodles e sua personagem também compartilham muitas coisas em comum:

Em primeiro lugar, a Goodles, assim como o nome Mulher-Maravilha, eles só querem fazer coisas boas no mundo. A Mulher-Maravilha se preocupa com as crianças e a humanidade e a Goodles também“, ela disse. “Honestamente, penso nisso, o conjunto de valores delas é muito semelhante: é sobre humanidade e positividade e acho que isso é algo que conseguimos alcançar com a Goodles.