A edição de dezembro da revista estadunidense Empire traz uma prévia de tudo o que podemos esperar nos cinemas e na TV em 2020. 

Estreando em junho de 2020, a revista conta que podemos esperar neon e escuridão na sequência de Mulher-Maravilha.

Espere escuridão e neon na super sequência da diretora Patty Jenkins

Por Helen O’Hara

Os pôsteres hiper-coloridos e cheio de neon de Mulher-Maravilha 1984, de Patty Jenkins, fez uma declaração ousada em mais maneiras do que apenas no visual: eles são uma declaração de que esta é uma nova era para a Diana de Gal Gadot. Diferente de Batman v Superman: A Origem da Justiça, ela está por aí a luz do dia e abertamente lutando por justiça. Diferente de seu primeiro filme solo, ela é uma mulher totalmente formada e confortável no mundo dos homens. E diferente de Liga da Justiça, ela não deve ser prejudicada por uma trama reescrita às pressas. Mas embora os sinais apontem para uma jornada mais colorida e confiante, não espere que este filme da Mulher-Maravilha seja todo fofo e leve.

Salvo flashbacks, a casa de Diana em Themyscira permanece (presumidamente) fechada para ela. Sessenta e seis anos desde o final da Primeira Guerra Mundial, seus antigos companheiros estão mortos e seus companheiros da Liga da Justiça ainda são crianças. Esta Diana enfrenta o mundo inteiramente isolada e sozinha.

Exceto, é claro, pelo maior mistério deste filme: Chris Pine aparentemente voltou como Steve Trevor. Em um conjunto de tactel. Será ele uma invenção da imaginação dela? Um clone ou um improvável neto-sobrinho de aparência semelhante? Os deuses deram uma mão na vida de Diana e o ressuscitaram? Se o que aconteceu em Batman v Superman ainda conta (e é um grande “se”), então este filme terminará com o casal se separando mais uma vez. Mas talvez haja algum caminho para a felicidade para eles. Se Steve Rogers voltou para Peggy Carter, quem vai deter Diana Prince?

Bem, possivelmente a Barbara Ann Minerva de Kristen Wiig. Nas revistinhas, ela é uma arqueologista que ganhou poderes de um Deus felino africano e se tornou a super-vilã Cheetah. Aqui, tudo o que sabemos é que ela parece estar trabalhando ao lado de Diana no Instituto Smithsonian, em Washington, D.C. antes de – presumidamente – ser assassinada. E pode haver um problema secundário: sabemos que Pedro Pascal tem um papel no filme como um tipo de homem de negócios, em um terno chamativo. As especulações da Internet dizem que ele poderia ser Maxwell Lord, das histórias em quadrinhos, um vilão que, eventualmente, é morto por Diana em um esforço desesperado para finalmente deter seus planos. Se Pascal é Lord, há uma verdadeira chance de ele levar Diana a cometer assassinato a sangue frio.

É muito a encarar, até mesmo para uma heroína tão determinadamente otimista como Diana. Com todas as cores brilhantes que a cercam e com toda a leveza de sua alma, Mulher-Maravilha 1984 pode mostrar Diana enfrentando o seu desafio mais sombrio jamais visto.