Na noite de ontem (11), em Los Angeles, aconteceu o Kids’ Choice Awards 2017. A premiação foi marcada pela estreia do trailer final de Mulher-Maravilha, estrelado por Gal Gadot, com lançamento em 1 de junho, no Brasil.

De acordo com a nota de imprensa do Kids’ Choice Awards, Gal Gadot e Chris Pine compareceriam ao evento, só não sabíamos que seria por um telão. A atriz que interpreta a princesa amazona e o ator que interpreta o piloto que cai na ilha paradisíaca convidaram a platéia a lutar em uma batalha de raio lasers, utilizando os famosos braceletes de Mulher-Maravilha, antes de apresentarem o novo trailer do filme.

Confiram vídeos e fotos do evento.

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A cerimônia do Kids’ Choice Awards será transmitida no Brasil pelo canal Nickelodeon, na quarta-feira, dia 16, às 20h.

Na noite de hoje (11), durante o Kids’ Choice Awards 2017, Gal Gadot e Chris Pine estiveram no telão para apresentar ao público o mais novo e inédito trailer de Mulher-Maravilha, que estreia em 1 de junho, nos cinemas brasileiros.

Antes de se tornar a Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível. Criada em uma paradisíaca ilha afastada de tudo, Diana descobre por um piloto americano acidentado que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e, certa de que pode parar o conflito, decide deixar seu lar pela primeira vez. Travando uma guerra para acabar com todas guerras, Diana toma ciência do alcance de seus poderes e de sua verdadeira missão.

Mulher-Maravilha é dirigido por Patty Jenkins e escrito por Allan Heinberg e Geoff Johns e estrelam com Gal Gadot como Mulher-Maravilha, Chris Pine como Steve Trevor, Connie Nielsen como Rainha Hippolyta, Robin Wright como General Antíope e Lucy Davis como Etta Candy. Mulher-Maravilha estreia nos cinemas brasileiros em 01 de junho.

Capturas de tela do trailer foram adicionadas em nossa galeria.

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Em janeiro deste ano, publicamos a notícia de que Gal Gadot era o novo rosto da campanha de 2017 da rede israelense multimarcas de óculos de sol, Erroca. Esta semana, novos vídeos de divulgação da marca e dos produtos comercializados por ela foram divulgados, assim como algumas novas imagens da atriz.

Vídeo de divulgação da marca e seus produtos

Teaser

Propaganda de produtos da marca

A marca também divulgou em seu facebook fotos de uma de suas lojas repleta de material promocional estampando o rosto de Gal Gadot.

As novas fotos e capturas de tela do novo comercial estão em nossa galeria.

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Na tarde de ontem (10), Gal Gadot e o perfil oficial do filme Mulher-Maravilha divulgaram mais um pôster oficial do filme que estreia em 1 de junho.

 

Após toda a animação e apoio dos fãs, a atriz publicou um vídeo agradecendo a reação de todos.

Alguns minutos depois, a chuva de novas cenas de Mulher-Maravilha invadiu a internet, com três novos teasers do trailer que estreará hoje (11), durante o Kids’ Choice Awards, evento do qual a atriz comparecerá ao lado de Chris Pine.

Fiquem atentos, pois o novo trailer de Mulher-Maravilha será divulgado hoje, durante o Kids’ Choice Awards. A premiação começa às 22h de Brasília. Para a cobertura de Gal Gadot no Kids’ Choice Awards, acompanhe nossas redes sociais.

Comemorações do Dia Internacional da Mulher aconteram em todo o mundo e em todas as plataformas sociais.

A Warner Bros. Pictures aproveitou a data para celebrar todas as maravilhosas mulheres de nossa vida neste vídeo promocional de Mulher-Maravilha. No Instagram, Gal Gadot, a primeira Mulher-Maravilha do cinema, e Chris Pine, que interpreta Steve Trevor, o primeiro homem que Diana conhece, convidaram todos a celebrar as mulheres maravilhas de suas vidas com a hashtag MyWonderWoman.

No Twitter, o casal convidou todos para assistir a estreia de Mulher-Maravilha, em 1 de junho.

O perfil oficial de Gal Gadot, de Mulher-Maravilha e da Warner Bros Pictures Brasil também publicaram uma imagem convidando todos a utilizarem a hashtag MinhaMulherMaravilha (MyWonderWoman).

Antes de se tornar a Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível. Criada em uma paradisíaca ilha afastada de tudo, Diana descobre por um piloto americano acidentado que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e, certa de que pode parar o conflito, decide deixar seu lar pela primeira vez. Travando uma guerra para acabar com todas guerras, Diana toma ciência do alcance de seus poderes e de sua verdadeira missão.

Mulher-Maravilha é dirigido por Patty Jenkins e escrito por Allan Heinberg e Geoff Johns e estrelam com Gal Gadot como Mulher-Maravilha, Chris Pine como Steve Trevor, Connie Nielsen como Rainha Hippolyta, Robin Wright como General Antíope e Lucy Davis como Etta Candy. Mulher-Maravilha estreia nos cinemas brasileiros em 01 de junho.

Em 2016, o Collider esteve no set de Mulher-Maravilha, em Londres, para acompanhar as gravações de um dos filmes mais aguardados de 2017. Matt Goldberg teve a chance de entrevistar Gal Gadot que falou sobre trabalhar com Chris Pine (Steve Trevor) e Connie Nielsen (Rainha Hippolyta) e sobre as super-heroínas que as meninas podem admirar. A atriz também contou algumas curiosidades sobre o filme.

Gal Gadot está em vantagem, quando se trata em interpretar a Mulher-Maravilha. Enquanto Batman v Superman recebeu uma paulada da crítica, o desempenho de Gadot como a super-heroína Amazona foi calorosamente saudada pelos fãs, que sentiram que ela incorporou perfeitamente a personagem que eles estiveram esperando para ver na telona há décadas. Enquanto a presença dela em Batman v Superman foi apenas um mero instantâneo da personagem, ela levou bem o papel e deixou os fãs querendo mais.

Em fevereiro de 2016, alguns colegas jornalistas e eu (Matt Goldberg) fomos a Londres visitar o set de Mulher-Maravilha e, durante nossa visita, pudemos falar com Gadot, que havia acabado de correr em uma esteira diante de uma tela verde, “desviando” de balas com o bracelete mágico dela.

Collider: Então, qual é a melhor coisa em poder interpretar a Mulher-Maravilha?
Gal Gadot:
Isso não. [Risos] A melhor parte? De alguma forma, acho que eu sempre quis interpretar a Mulher-Maravilha, sem mesmo saber. Há 8 anos, quando eu havia acabado de começar a carreira de atriz, eu costumava viajar a Los Angeles e fazer reuniões gerais com diferentes produtores, roteiristas, diretores e eles ficavam me fazendo a mesma pergunta todas as vezes, “Qual é o seu papel dos sonhos?” E eu sempre dizia que estava aberta a todos os gêneros, contanto que as histórias fossem interessantes o bastante. Mas se você está realmente me perguntando o que eu gostaria de fazer, é mostrar o lado mais forte das mulheres, porque sinto que não há histórias o suficiente sendo contadas sobre mulheres fortes e mulheres independentes. Eu mal sabia que, cinco anos mais tarde, conseguiria o papel.

Collider: Qual é a coisa mais desafiadora, e sinta-se a vontade para dizer correr em uma esteira para sempre.
Gal Gadot:
Estávamos falando disso mesmo esta manhã, porque estamos passando por umas semanas muito, muito intensas. Patty estava dizendo “Eles realmente estão te testando para ver se você é realmente a verdadeira Mulher-Maravilha,” porque eles decidiram gravar o filme em Londres, o que é fantástico, no inverno, o que é menos incrível, enquanto eu visto, gravando cenas externas, noites, dias, duas semanas de noite a caminho, vestindo um pedaço de borracha muito pequeno, correndo, pulando, precisando lutar, com tudo isso. Então, é a fisicalidade disso que é realmente um desafio, mas eu gosto. Eu curto isso. Me deixa feliz, depois de eu fazer isso direito, mas eu realmente amo muito a Diana. Eu amo tudo nela. Amo a história. Ela tem o coração de um ser humano, poderes de uma deusa e um cérebro muito sábio. Então, ela é tudo. Eu a amo.

Collider: Quem é o seu personagem preferido, além de você mesma. Quem é seu personagem preferido até agora?
Gal Gadot:
O principal é Steve e eu realmente, realmente gosto de trabalhar com o Chris. Ele é um ótimo parceiro, engraçado, demos muitas risadas no set e acho que o personagem dele, em comparação com o da Diana, eles são muito yin e yang. Ele é este cara realista, que passou por muita coisa e sabe o que a humanidade é capaz de fazer, e Diana é essa jovem idealista que pensa que o mundo é branco, muito puro, que a humanidade só é boa. Há algo neles, sabe, uma vez que eles se conhecem, ele ensina a ela tanta coisa sobre a realidade e a humanidade, e ela trás a esperança de volta a sua vida.

Collider: Saindo um pouco do foco principal, este filme se passa cerca de 100 anos antes dos eventos de Batman v Superman, então você meio que mudou sua abordagem para a personagem?
Gal Gadot:
Bem, a personagem é diferente. A personagem que gravamos, que eu interpretei em BvS era mais realista, mais madura e mais mulher, sabe, uma mulher madura. Neste, é o crescimento de Diana. Esta é a história dela, ela começa como uma menina muito inocente, ingênua, positiva, feliz, procurando pelo bem. Mas em BvS, ela passou por muita coisa. Ela já entendeu o que, a complexidade dos seres humanos, e ela é mais… Ela é mais madura em BvS.

Collider: Sobre isso, ouvimos no trailer mais recente, sua voz. Em Batman v Superman, você meio que tem…
Gal Gadot:
O que você acha da minha voz? Muito baixa?

Collider: Um sotaque meio americano, inglês…
Gal Gadot:
Você esperava um sotaque mais do tipo… [faz um som mais agudo e alto]

Collider: Mas o sotaque foi o que eu achei interessante, então estou curioso, ela tem esse sotaque quando ela está em Themyscira ou isso é algo que ela desenvolve ao longo do seu curso com a humanidade?
Gal Gadot: O sotaque dela, neste, em Mulher-Maravilha é mais de Themyscira. Ela ainda tem um pouco do sotaque de Themyscira em BvS, mas ela sabe centenas de idiomas, começando aqui, começando em Themyscira, ela é bem educada para conhecer, para falar todos os idiomas que podemos imaginar, e neste, ela tem um sotaque mais carregado de Themyscira do que em BvS; é mais sútil, mas ainda está lá. Ela ainda é uma estrangeira. Ela ainda é de um lugar diferente.

Collider: Podemos falar sobre o relacionamento de Diana com a mãe dela?
Gal Gadot:
Claro, pergunta interessante. Então, como você sabe, Connie Nielsen interpreta a minha mãe. Ela é fantástica e eu realmente gosto de trabalhar com ela. Diana é uma garota muita obstinada. Ela foi a única criança criada nessa ilha, então ela é a criança especial e foi muito, muito cuidada por sua mãe, por suas tias e todas as mulheres de Themyscira. Então, ela é muito, muito obstinada. A mãe dela é muito obstinada. A mãe dela é muito protetora, também, e elas têm o confronto natural que uma mãe tem com a sua filha, com suas filhas, a primeira vez que elas querem sair de casa. Então, é um momento muito emotivo, um momento muito intenso, mas o que eu amo na Diana é que em tantos momentos diferentes nesta história, ela tem conflitos que todos os seres humanos têm, sabe. Ela é muito… É fácil se identificar com ela. Ela é muito acessível. É isso.

Collider: Além da sua força física, o que você acha que faz dela uma heroína tão feminista?
Gal Gadot: Além dos poderes dela?

Collider: Sim, porque, obviamente, sabemos que ela é muito forte tanto fisicamente quanto…
Gal Gadot:
Primeiramente, ela não vê essa diferença entre qualquer diferença de gênero. Não é nem um problema, sabe. Ela vem deste mundo onde homens e mulheres são iguais e não é uma questão ser um homem ou uma mulher. Ela vê, ela sente que ela pode fazer tudo e ela vai atrás disso. Ela é uma pacificadora; ela não iria atrás de começar uma batalha ou uma briga. Ela tentaria resolver isso de qualquer outra maneira diferente, mas eu acho que essa é a beleza na Mulher-Maravilha, é que ela é… É engraçado, pois eu acabei de ter uma conversa com a minha filha há duas noites. Eu a coloquei para dormir e estava lendo uma história dela sobre princesas e Ariel, a sereia, que seja, e, então, ela estava falando sobre o príncipe, o cara, ela o chamou de príncipe e disse, “Sim, e o príncipe, eles geralmente são muito fortes.”
E eu perguntei a ela, “E as princesas?”
“Elas são fracas.”
“E como você acha que elas deveriam ser, Alma? (O nome da minha filha é Alma.)”
Ela disse, “Elas devem ser fortes. Devem ser fortes,” e eu sinto muito orgulho de que, finalmente, este filme está sendo feito, porque todos vocês, todos os homens e meninos sempre tiveram uma figura para se espelhar, seja o Superman, ou o Batman, ou o Homem-Aranha, ou quem seja, eles sempre tiveram heróis em quem se espelhar. E, para as meninas, são sempre as princesas que estão sendo salvas ou sendo passivas e, finalmente, a Mulher-Maravilha, ela é destemida, ela é proativa, ela acredita em si mesma. Ela acredita que ela pode fazer tudo e isso é uma mulher de verdade para mim.

Collider: Você acompanhava a história da Mulher-Maravilha quando você era criança?
Gal Gadot: Na verdade, não, para ser sincera. Não. Eu conhecia ela, mas (com) a série de Lynda Carter, da Mulher-Maravilha, eu ainda não tinha nascido. Após eu conseguir o papel, eu assisti algumas reprises.

Collider: A sua filha está familiarizada familiar com a Mulher-Maravilha?
Gal Gadot: Sim, ela está. Está, sim.

Collider: Ela está ansiosa?
Gal Gadot: Sim, está muito ansiosa.

Collider: Você estava falando sobre figuras da cultura pop que as pessoas novas se espelham e que os meninos têm muitas. Em quem você se espelhava, da cultura pop, quando você era pequena?
Gal Gadot: Deixe-me pensar, mas eu não, tipo, eu não tinha uma figura feminina forte para me espelhar. Só quando eu era adolescente, aí eu gostava de diferente artistas, sabe, mulheres, mas quando eu era menina, eu não tinha uma figura para me espelhar, além de minha mãe.

Collider: Como você venderia este filme para meninos que podem estar pensando ‘bem, isso é para meninas’?
Gal Gadot: Essa é uma história tão universal. Tão universal. É uma bela história sobre uma alma linda que tentou salvar o mundo e fazer o melhor, e ela não sabe muito bem onde está se metendo. Ela é muito ingênua, mas o amor dela pela vida está educando ela e mostrando a ela, em uma maneira muito sofisticada, a realidade dela, no que ela se meteu e é lindo, é apenas uma história linda de amor sobre uma menina que cresce, que está crescendo.

Collider: Como você balanceia o sensacional de deus e deusas e superpoderes com o cenário histórico real da Primeira Guerra Mundial?
Gal Gadot: Bem, foi muito fácil, porque quando gravarmos Themyscira, quando gravarmos na ilha, será apenas Themyscira por um mês na Itália, vai ser a sua própria vibe e, até agora, estamos gravando aqui em Londres, a cinzenta e fria Londres, Primeira Guerra Mundial, era como se eu estivesse aqui para a Primeira Guerra Mundial e quando gravarmos Themyscira, estarei em Themyscira, com as Amazonas e será…

Collider: Como o cenário de verdade?
Gal Gadot:
Isso.

Collider: Ouvimos que Diana realmente tem um estilo de luta próprio para ela, que mistura coisas. Você pode falar sobre descobrir e treinar nisso?
Gal Gadot:
O treinamento, é, eu treinei muito. Eu treinei espada. Eu fiz boxe. Fiz artes marciais, tipos diferentes, não sei, eu não sei como chamar os estilos que eu aprendi, mas… É uma mistura de tudo.

Collider: É WonderFu.
Gal Gadot:
Eu vou chama-lo de WonderFu. Porque todos os coordenadores de dublês, eles vêm de todas as disciplinas, então ela pega um pouco de todo mundo e, em seguida, o transformou em um estilo de luta incrível.

Gal Gadot está na capa da revista inglesa Empire Magazine, edição de abril, como Mulher-Maravilha. A matéria de 7 páginas conta toda a tragetória dos 75 anos da personagem, até, finalmente, a sua chegada às telonas. Confira a tradução da matéria, assim como algumas novas imagens do filme que estreia em 01 de junho, nos cinemas brasileiros.

Mulher Alfa

A corrida dela para as telonas durou surpreendentes 75 anos. Mas a jornada da indomável Mulher-Maravilha está quase no fim.

Em sua primeira aparição nas páginas do All Star Comics #8, a Mulher-Maravilha apareceu para saltar fora da página, com uma perna para frente, de botas, braços flexionados e saia rodada com estampa de estrelas. Ela estava poderosa, linda, diferente de qualquer coisa jamais vista antes. “FINALMENTE, EM UM MUNDO DIVIDIDO PELOS ÓDIOS E GUERRAS DOS HOMENS,” o texto que acompanhava ressoava, “APARECE UMA MULHER A QUEM OS PROBLEMAS E FEITOS DOS HOMENS SÃO COMO BRINCADEIRA DE CRIANÇAS…”

Era dezembro de 1941, os Estados Unidos havia acabado de se unir à Segunda Guerra Mundial e essa deusa havia chegado para lutar pela verdade, justiça e um mundo melhor. Ela foi uma sensação instantânea, provocando uma enxurrada de cartas entusiasmadas de leitores e ganhando uma revista em quadrinhos própria. Mas, apesar dessa estreia, nos 75 anos (e nas mudanças) desde então, ela nunca teve o seu próprio filme na telona. Seus colegas, membros da Santíssima Trindade da DC, Superman e Batman, tiveram 6 filmes e 8 filmes, respectivamente. No entanto, os créditos de Mulher-Maravilha na telona são de coadjuvante em Batman v Superman: O Despertar da Justiça, uma pequena (mas engraçada) aparição no filme Uma Aventura Lego e uma aparição ainda mais breve no LEGO Batman: O Filme. Então, a Mulher-Maravilha deste ano, estrelando Gal Gadot e dirigido por Patty Jenkins, de Monster: Desejo Assassino, será um marco.

Mas não foi por falta de tentar.

A Warner Bros. gastou duas décadas trabalhando para trazer Mulher-Maravilha para as telonas, com esforços falhos, graças a hora errada, diferenças criativas ou uma falta de sorte espetacular. Foi preciso o relançado e o revigorado Universo Estendido da DC, começando com O Homem de Aço, de Zack Snyder, para dar a heroína, também conhecida por Diana de Themyscira, a abertura que os fãs têm esperado. “As pessoas tentaram desenvolvê-lo e, acho que, o sucesso dos filmes de ação liderado por uma mulher, como Jogos Vorazes, realmente ajudou eles a perceberem que existe público,” diz a produtora Deborah Snyder. “Há uma longevidade na personagem e no que ela representa. Ela passou no teste do tempo.

Talvez, a demora não deveria ser surpresa. Tanto nas páginas, quanto fora dela, nunca foi fácil para a Mulher-Maravilha. Após aquele forte começo, ela foi rapidamente rebaixada a secretária de seus irmãos super-heróis, enquanto as suas revistas em quadrinhos foram atacadas por críticas sexistas e, às vezes, canceladas. No ponto mais baixo dela, a personagem foi salva do esquecimento pela improvável união de um ícone feminista e uma rainha de concurso de beleza. Mas, talvez, a história mais improvável de todas foi a de sua criação.

A Mulher-Maravilha foi criada por William Moulton Marston, um “psicólogo consultor”, escritor e advogado dos direitos das mulheres, que ajudou a criar a primeira máquina de detector de mentiras, despertando um interesse ao longa da vida no engano ligado ao “Laço da Verdade”, de Mulher-Maravilha. Ele estava estudando em Harvard, quando a sufragista Emmeline Pankhurst deu uma palestra lá e ele se impressionou muito com o que ouviu. Mas após se formar no, ainda novo, campo da psicologia, Marston foi exposto como um charlatão, propenso a experiências duvidosas e afirmações loucas que essa pesquisa não poderia concordar. Enquanto a reputação acadêmica dele caia, ele se transformou em um cientista popular, pesquisando a reação do público para filmes da Universal (Studios) e encenando números de detectores de mentira para anunciantes.

Em casa, Marston levava uma vida não convencional. Ele era casado com Elizabeth Holloway Marston, uma editora que havia cursado a Universidade de Boston. Mas o casal vivia com Olive Byrne, uma ex-aluna de Marston, e ambas as mulheres tinham filhos com ele. Parte do feminismo idiossincrático de Marston era uma espécie primitiva de amor livre e um desposo de ideias  sobre “submissão amorosa”, pela qual as mulheres podiam controlar os homens e trazer a paz mundial. Não é de se admirar que o próprio Marston seja tema de uma biografia, Professor Marston & The Wonder Woman, estrelando Luke Evans, será çançado no segundo semestre deste ano.

Byrne deu início a associação de Marston com os quadrinhos. Como uma jornalista freelance, ela entrevistou esse suposto psicólogo eminente e ele publicou uma defesa robusta. O editor da DC, sob o ataque das forças dos Valores Familiares o trouxe a bordo, para adicionar respeito a sua marca manchada. Mas Marston levou seu papel ainda mais além, quando ele deu a ideia para um super-herói feminino.

É esperto ser forte,” ele explicou. “É grande ser generoso. Mas é efeminado, de acordo com regras exclusivamente masculinas, ser suave, amável, afetuoso e encantador… Nem mesmo as garotas querem ser garotas, enquanto faltar força, garra e poder em nosso arquétipo feminino… O remédio óbvio é criar uma personagem com a força do Superman, com o charme de uma mulher bonita e boa.

A super-heroína resultante, Mulher-Maravilha, foi moldada por Holloway e Byrne, assim como pelo próprio Marston. Byrne vestia grandes braceletes que foram o molde para os de Diana, enquanto Holloway tinha sido uma estudante mais dedicada da mitologia Grega do que o marido dela. Existem também algumas sugestões no livro de Jill Lepore, The Secret History of Wonder Woman, de que o grupo curtia bondage que eles chamavam de “amor com vínculo”, significante dado ao laço da Mulher-Maravilha e ao fato de que ela perde todo o poder se for amarrada por um homem.

As tirinhas mais novas mostravam uma personagem que era forte, independente, contra a guerra, mas disposta a lutar pela democracia. A Mulher-Maravilha lutou contra aproveitadores, maridos dominadores e funcionários de uma loja de departamento em greve. O seu lançamento de 1941 provou ser um sucesso e as vendas logo superaram todas as marcas de Superman e Batman. Lá pelo seu terceiro quadrinho, ela estava chegando a 500.000 cópias e, em 1944, ela tinha 10 milhões de leitores. Uma edição do inverno de 1943 a viu eleita presidente, embora no ano de 3004. Em agosto de 1942, por demanda popular, ela se juntou formalmente a Sociedade da Justiça, precursora da Liga da Justiça. Infelizmente, lá, ela foi colocada em serviço de secretária pelo escritor Gardner Fox, que retratava a personagem como uma parasita indefesa. Mas maiores problemas estavam por vir.

No início dos anos 1950, o psiquiatra Fredric Werthem começou uma cruzada moral contra violência nos quadrinhos e dezenas de cidades e estados baniram as histórias. Enquanto Wertham era loucamente duro quanto ao racismo casual dos quadrinhos, ele era quase histérico quanto às sugestões de depravação e considerava a Mulher-Maravilha uma lésbica cruel e racista. “O Hitler era um iniciante comparado com a indústria dos quadrinhos,” ele afirmou. Em meio a um maremoto de indignação, um Código de Quadrinhos foi criado para assegurar decência nos trajes (adeus, shorts curtos) e nenhuma sugestão de impropriedade (menos bondage).

Então, a Mulher-Maravilha fez como as milhões de mulheres de verdade que trabalharam pela vitória na Guerra e cedeu o seu lugar para os homens. Os anos 1950 a viram ser reinventada como uma colunista de conselhos, uma babá, uma modelo e uma estrela de cinema. No final dos anos 60, ela desistiu de seus poderes para continuar na Terra, quando as suas companheiras Amazonas bateram em retirada para outra dimensão. A Diana mortal abriu uma butique.

A salvação chegou em 1972, quando a Ms. Magazine, sob o comando da editora e ícone feminista Glorian Steinem, colocou a Mulher-Maravilha em sua capa de lançamento, com a manchete “Mulher-Maravilha Para Presidente”.  Ela logo se tornou o rosto da segunda onda do movimento feminista. E, após o sucesso da aparição da Mulher Biônica,  no O Homem de Seis Milhões de Dólares, a Mulher-Maravilha conseguiu a sua própria série de TV. Houveram dois falsos começos – a horrível Who’s Afraid of Diana Prince? (em tradução livre, Quem Tem Medo de Diana Prince?), de 1967 e um filme de TV estrelado por Cathy Lee Crosby, como uma espiã loira com superpoderes nada óbvios, mas a terceira tentativa, em novembro de 1975, acertou em cheio.

Gal Gadot & Patty Jenkins nos bastidores de Mulher-Maravilha

A diretora Patty Jenkins e Gal Gadot diante da tela verde para o filme de 2017.

The New, Original Wonder Woman (renomeada Wonder Woman, re-renomeada The New Adventures of Wonder Woman) era estrelada pela cantora e vencedora de concursos de beleza Lynda Carter, no papel principal, e durou três temporadas: uma habituada em 1940 e outras duas nos dias atuais (da época), para diminuir os custos. Carter encheu Diana de bondade, além de superforça. “Quando a série começou,” disse Carter, “tudo e todos ao redor [de Diana] eram irônicos. Mas eu a interpretei de verdade, totalmente direta. Eu dei a ela uma ideia de si mesma, para que ela não se levasse muito a sério. Eu acredito nela e no que ela representa.

Seja em meio as togas em tons pasteis da terra natal de Themyscira ou ‘No Mundo dos Homens’, Carter se movia com a graça de uma dançarina. O giro, marca registrada dela, mostrava ela se transformar de roupas normais ao traje de super-heroína; ela desviava das balas com um movimento de seu punho. “Eu queria que ela fosse apta e inteligente,” Carter disse. “Ela não tinha nenhuma visão de Raio-X em particular ou algo assim. Ela só não ia aturar nada de ninguém.

Reprisado por décadas, a série de Carter foi o ponto de entrada da Mulher-Maravilha para muito fãs adultos de hoje em dia. “Eu tenho essa memória viva de estar no parquinho,” lembra Patty Jenkins, “e brigar para ser a Mulher-Maravilha.” Deborah Snyder diz: “O giro e as mãos na cintura, isso é do que eu mais me lembro. Eu estava maravilhada com ela.

Mas as baixas audiências na terceira temporada reformulada, em que Mulher-Maravilha se mudou para LA e teve um elenco de apoio totalmente novo, acabou com a série e a Mulher-Maravilha voltou para as páginas. Uma série animada foi discutida, em 1993, chamada Wonder Woman and The Stars Riders, com “super-heroínas que brilham” chamadas Dolphin e Starlily, assim como um unicórnio alado para Diana, mas, felizmente, esta versão estilo Meu Querido Pônei nunca foi produzida.

Para muitos em Hollywood, um filme da Mulher-Maravilha tem sido o Santo Graal. Em abril de 1996, a Entertainment Weekly anunciou que o diretor de Os Caça Fantasmas, Ivan Reitman, estava ligado a uma adaptação à telona, seguindo as suas tentativas de meados dos anos 1980 de fazer um filme do Batman, estrelando Bill Murray. Reitman continuou ligado a ele, antes de deixar o projeto e é difícil não ver o filme de 2006, Minha Super Ex-Namorada, como ou uma versão mudada de uma comédia romântica de super-herói que ele esperava fazer ou uma sátira sobre toda a decepção.

Gal Gadot, como Diana de Themyscira e Connie Nielsen, como Hippolyta, em Mulher-Maravilha

Diana com sua mãe Hippolyta (Connie Nielsen,).

O início dos anos 2000 trouxe outras tentativas. A roteirista Laeta Kalogridis (Ilha do Medo) veio com um olhar épico, mitológico, centrado nas Amazonas, Themyscira e uma luta contra Ares, Deus da Guerra. Talvez esse olhar fosse muito fantástico: este também debateu-se no inferno do desenvolvimento. Em seguida, Joss Whedon, antes de Os Vingadores, foi trazido a bordo para escrever a um conto moderno.

Na história de Whedon, Diana sai de Themyscira com o amigo humano Steve Trevor para prestar ajuda a refugiados e acaba se misturando com traficantes de droga e coisa pior, em sua cidade natal de Gateway City. “Eu trabalhei muito naquele filme e ele significou muito [para mim],” disse Whedon, “mas eu não sei se o que eu estava tentando fazer se encaixava na visão pretendida [pelo estúdio]. Eu tinha uma abordagem no filme que, bem, ninguém gostou…. A gente apenas via filmes diferentes e, na faixa de preço que este tipo de filme está, isso nunca dará certo.

Em seguida, veio a tentativa de filme da Liga da Justiça de George Miller, com Megan Gale interpretando a Mulher-Maravilha. Em 2007, o projeto tinha um elenco, figurino e estava quase pronto para prosseguir, quando a combinação fatal da greve dos roteiristas e a mudança na taxa de crédito da Austrália acabou com ele. Os fãs começaram a perder as esperanças de que a moça com o laço dourado alguma vez chegaria às telonas.

Chega Patty Jenkins. No mesmo ano em que Liga da Justiça entrou em colapso, Jenkins mostrou interesse pela primeira vez em dirigir um filme solo da Mulher-Maravilha. Ela sugeriu uma história dos dias modernos, semelhante em tom, mas não em contexto, do filme que ela está fazendo agora. “Dez anos atrás!” admira-se Jenkins. “Eu estava tentando fazer uma história de origem essencial fora dos tempos modernos. Eu estava com medo de estar, completamente, fazendo a coisa certa, que é a história da origem histórica.” A Warner Bros. não aceitou. “As pessoas estavam apenas com medo de entrar no que era considerado um mercado predominantemente masculino, com uma principal feminina.

Com o filme parado, em 2011 David E. Kelly, de Ally McBeal, tentou outra adaptação no mundo da TV, mais amigável às mulheres. A série estrelava Adrianne Palicki como Mulher-Maravilha, também conhecida como a CEO tecnológica Diana Themyscira, também conhecida como Diana Prince, uma tímida solteirona que passa as noites com o gato dela assistindo Diário de Uma Paixão. As primeiras imagens pareciam bem-feitas e ostentavam um elenco de apoio forte, incluindo Cary Elwes como o seu braço direito e Liz Hurley como a vilã. Mas quando a série vazou na internet, ficou claro que havia um grande problema: não era nem um pouco fiel à personagem. A Mulher-Maravilha aparece pela primeira vez com uma expressão zangada em seu rosto, tortura um suspeito em busca de informações, mata seguidores sem dó e solta a fala, “Eu nunca disse para comercializarem os meus peitos!” As respostas foram ferozes, um crítico da TV.com julgou as cenas “gloriosas em sua porcaria”, e o episódio piloto nunca foi lançado. “Eu sei que ela é famosa como uma série de TV, mas eu não acho que ela se presta à televisão,” observou Whedon, em 2013. “Acho que ela só dá certo em uma escala épica.

Felizmente, a escala épica estava prestes a voltar ao menu.

Mulher-Maravilha pega a espada

A espada mitológica ‘God Killer’.

O produtor Charles Roven esteve envolvido com a DC Comics desde que Christopher Nolan iniciou Batman Begins, em 2003, mas o Universo de Nolan era “um universo muito fechado” que não se prestava para outros personagens mais divinos. Com Homem de Aço e Zack Snyder, no entanto, as coisas se abriram. “Nós começamos a entrar nisso,” diz Roven, “e, claro, Zack foi ‘Vamos fazer Batman v Superman!’ Todos ficaram, ‘O que?!’ [Agora] você tem essa inacreditável e emocionante expansão. Está evoluindo constantemente.

Sua produtora companheira, Deborah Snyder, se lembra do momento em que o marido dela mencionou a Mulher-Maravilha pela primeira vez, “Zack estava trabalhando no roteiro [de Batman v Superman] e ele estava tipo, ‘Quer saber? Não seria maravilhoso introduzir essa mulher misteriosa?’ Nós começamos a conversar sobre unir os universos.

Uma procura por todo o mundo encontrou Gal Gadot. Ela tinha sido brevemente discutida para um papel em Homem de Aço, como a braço-direito de Zod, Faora-Ul. Mas ela estava grávida de sua filha e o papel foi para Antje Traue. Após o lançamento daquele filme, Gadot foi chamada para outra reunião com Zack Snyder. Era um teste de câmera. “Eu disse, ‘Legal, mas para qual personagem?’” Gadot se recorda. “Minha agente disse, ‘Oh, você não sabe? Eu também não sei.’ Zack me ligou dois dias antes de eu viajar de Tel Aviv para Los Angeles. Todo despreocupado, ele disse ‘Aliás, você sabe para quem você está fazendo o teste? Eu não sei se vocês têm ela em Israel, mas você conhece a Mulher-Maravilha?’ Então, eu literalmente desmaie, voltei a vida, tentei usar a minha voz mais calma e fui, ‘Sim, eu conheço ela.’

Mulher-Maravilha em Londres

A Mulher-Maravilha encontra problemas em Londres? Será que ela derramou a bebida dele?

Para Deborah Snyder, a coisa mais crucial era escolher alguém que incorporasse a bondade da Mulher-Maravilha fora das telas também. “Nós ficamos entre cinco mulheres, então decidimos fazer um teste de química com Ben [Affleck],” ela diz. “O que falou mais alto até mesmo do que o teste, porque ela fez um trabalho maravilhoso e se iluminou na tela, foi o fato de que cada departamento estava torcendo para ela, pois eles a amaram.

Arte conceitual de Mulher-Maravilha: a capa

O modelo de capa desenhado por Lindy Hemming e Kimberley Pope

Eles não mencionaram um filme solo para Gadot até que as gravações de BvS estivesse quase finalizadas, “Eu acho que eles ainda estavam me testando, enquanto eu estava fazendo o filme,” ela sorri, mas então as coisas foram acontecendo rapidamente. Michelle MacLaren foi, inicialmente, trazida a bordo para dirigir o filme solo, mas saiu após diferenças criativas com o estúdio, deixando o caminho livre para Jenkins finalmente ter sua vez. No início, ela estava apreensiva de já ter a atriz principal escolhida. “Eu estava tipo, ‘Opa, agora já foi,’ sabe?” diz Jenkins. “Mas ela é tipo um milagre; parece apenas que estou falando bem da minha atriz, mas eu não posso dizer isso o suficiente. Eu não acho que eu teria pensado em procurar por todo o mundo, mas graças a Deus eles pensaram e graças a Deus é ela.

Então, as peças finalmente se encaixaram. Três quartos de século após a sua estreia, a Mulher-Maravilha completou o salto dela das páginas dos quadrinhos para a telona. “Antes tarde do que nunca!” diz Gadot. “Eu apenas fico feliz que demorou tanto, pois assim eu tive a oportunidade de interpreta-la.

Uma vez, a personagem representava todas as esperanças de William Moulton Marston para um futuro onde as mulheres seriam fortes, independentes e iguais. Agora, Jenkins, Snyder e Gadot adotaram a mesma causa. Se tudo for conforme os planos, neste verão, o público sentira a mesma maravilha que os fãs sentiram, em 1941.

Os scans da revista estão em nossa galeria.

Com o lançamento de Logan, esta semana (e sem o novo trailer de Mulher-Maravilha, que o Trailer Track havia dito que seria lançado), o The Hollywood Reporter listou as 50 melhores atuações em filmes de super-heróis. Gal Gadot está na lista, no 39º lugar, a frente de nomes como Vin Diesel (Groot), Natalie Portman (Evey Hammond), Zoe Saldana (Gamora), Margot Robbie (Harley Quinn), entre outros. Nenhum de seus colegas de elenco de Batman v Superman aparecem na lista.

Gal Gadot como Mulher-Maravilha

Sejamos verdadeiros: A Mulher-Maravilha de Gal Gadot foi o destaque de Batman v Superman: O Despertar da Justiça. Em um filme centrado em torno de um conflito absurdamente machista entre dois homens com super-poderes, a Mulher-Maravilha era a heroína mais interessante (e a que mais estava parecida com a sua inspiração dos quadrinhos: sem o mau-humor de Ben Affleck ou as caretas de Henry Cavill, aqui). Gadot conseguiu ser misteriosa, engraçada e, o melhor de tudo, durona pra caramba. Demorou muito para trazer a mais importante super-heroína de todas para a telona, mas quando Gadot apareceu em cena vestida como Mulher-Maravilha pela primeira vez, quase valeu a pena a espera. Com Gadot sendo a primeira super-heroína a ter seu próprio filme em uma década, assim como um lugar em Liga da Justiça, com estreia em novembro, ela está apenas em ascensão.

Mulher-Maravilha estreia em três meses, em 1 de junho.