A Gloriosa Gal

Em entrevista a Pirelli.com, Gal Gadot fala sobre seu maior filme, Mulher-Maravilha, sua vida pessoal, sua carreira e seu último filme, Liga da Justiça.

Gal Gadot não poderia ter encontrado um papel melhor do que o de Diana Prince, também conhecida por Mulher-Maravilha. Este papel se adequava tanto ao seu espirito feminista quanto ao seu passado de artista marcial e ex-treinadora de ginástica do exército de Israel. O filme repleto de ação acabou sendo o sucesso do verão, superando até as mais otimistas expectativas da indústria e arrecadando mais de US$ 800 milhões na bilheteria mundial.

Isso não só foi um resultado notável para uma heroína de história em quadrinhos, mas também deu à Gadot a sua própria franquia de filmes solo, quando a Warner Bros/DC Entreteniment confirmou que uma sequência começaria a ser gravada em meados de 2018. Uma recompensa adequada à atuação aclamada pela crítica de Gadot como a melhor guerreira da tela.

Gadot retornou a ação novamente como Mulher-Maravilha em Liga da Justiça, onde ela se junta ao Batman de Ben Affleck em uma batalha para salvar a Terra de um novo inimigo catastrófico. Precisando de toda a ajuda possível, a dupla recrutará outros super-heróis: Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher), Flash (Ezra Miller) e outros, para enfrentar essa ameaça sem precedentes. Dirigido por Zack Snyder, o elenco inclui Henry Cavill (Superman), Amy Adams (Lois Lane), Jeremy Irons (Alfred), Jesse Eisenberg (Lex Luthor) e JK Simmons (Comissário Gordon).

Pessoalmente, Gadot é extrovertida e exuberante. Ela ri facilmente, raramente deixa de sorrir e ainda parece estar deslumbrada com toda a atenção que vem com o seu surgimento como uma grande estrela de cinema.

A jovem de 32 anos ainda faz de Tel Aviv a sua principal casa que ela compartilha com o empresário Jaron Varsano e suas duas filhas, Alma, de seis anos, e Maya, que nasceu em março de 2017. Além de Mulher-Maravilha, Gadot é uma das principais atrizes dos filmes imensamente populares de Velozes e Furiosos (o último deles, Velozes & Furiosos 8, é o oitavo da franquia e o de maior sucesso de todos).

Simplificando, a estrela de Gadot nunca esteve tão brilhante.

P: O que há em interpretar a Mulher-Maravilha que é mais importante para você em termos de criar uma impressão distinta com o público?
G: Além do elemento de ação nela, era realmente fundamental mostrar o coração do personagem e ter um tom emocional muito específico. Para mim, era realmente crucial que todos pudessem se identificar com a Mulher-Maravilha. No final das contas, ela é uma deusa e como conseguimos nos identificar com esse ser como esse? Mas acho que fomos capazes de mostrar ao público que ela é uma personagem multifacetada e uma poderosa guerreira que tem imperfeições dela e pode ser vulnerável e confusa. O fato de que ela não tem medo de mostrar as suas falhas é o que a torna tão especial.

P: Como você adaptou a sua própria personalidade a Diana/Mulher-Maravilha?
G: Eu queria dar a ela certa quantidade de inocência, não que fosse uma fraqueza, mas mostrar como ela não é uma mera guerreira fria e determinada. Eu não queria que ela fosse uma personagem assustadora, mas que fosse alguém com quem as pessoas pudessem se identificar. Então, agora as pessoas poderão se identificar melhor com ela e é sempre mais interessante seguir uma história na qual o público pode se dedicar de forma mais pessoal e emocional a uma personagem. Estou muito emocionada e grata pela forma como as pessoas me receberam.

P: O que fez Mulher-Maravilha especial para você?
G: É a primeira vez que eu gravei um mega filme que ao mesmo tempo pareceu tão pequeno e íntimo. Acho que tivemos tanta sorte de ter uma química tão ótima entre nós, com cada um de nós e com a Patty Jenkins [a diretora]. Certamente, tivemos desafios ao gravar o filme, como quando você grava em locação em Londres, no meio do inverno, e você tem um dia muito curto e precisa fazer dar certo. Mas tudo foi fácil de superar, porque tínhamos uns aos outros como apoio.

P: Como foi trabalhar com a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins?
G: Primeiro de tudo, eu diria que Patty foi a pessoa certa para esse trabalho, para dirigir esse filme. Sendo mulher ou não, ela tinha todas as habilidades e qualidades que esse filme precisava. Mas definitivamente há uma diferença em trabalhar com uma diretora que já foi uma menina jovem e inocente, cresceu e entendeu que o mundo é um lugar complicado. Tudo isso me ajudou a passar por essa jornada com ela. Patty é uma diretora tão talentosa, tão inteligente e tão apaixonada. Ela mergulhou com a gente em cada cena. Fizemos inúmeras tomadas até termos a perfeita, a mágica. Ela é tão perfeccionista que nunca parava até que ficasse perfeito e isso nos fez trabalhar ainda mais, fez com que todos quiséssemos ser o melhor para ela, sabendo quem ela é.

P: Como você fez a personagem ser sua?
G: Acho que, como atriz, eu me trago para todas as personagens que interpreto. Eu me sinto muito próxima a Diana, a Mulher-Maravilha. É a primeira vez que retratei uma personagem que é tão boa, pura e positiva, e isso é muito inspirador para mim como pessoa e como atriz. Eu venho de uma criação muito segura e protegida e tive uma infância muito normal. Eu era muito protegida. Não estou dizendo que eu passei por uma jornada similar a da Mulher-Maravilha, mas estou dizendo que, como menina, eu cresci e me tornei uma pessoa mais complicada. Eu amo a história dela e adoro o fato de que isso acontece depois, pois geralmente você cresce lentamente ao longo dos anos. Para Diana [Prince], ela era muito ingênua e inocente por tanto tempo e, de repente, ela se foi levada a um cenário que a fez entender o mundo melhor, e então ela cresceu.

P: Mas como você a fez ser a sua própria personagem, em comparação com a Mulher-Maravilha de Lynda Carter?
G: Para ser completamente honesta com você, não pensei em como torná-la minha. O que me impulsiona como atriz é: como eu conto a história dela da maneira mais interessante e original e como faço o melhor que posso. Foi nisso que me concentrei. Como faço com que ela seja compreensível e acessível para as pessoas. É muito difícil se identificar com uma deusa, então eu estava procurando por suas frações de imperfeições; mostrar as inseguranças dela e a falta de confiança dela às vezes. Quando eu estava falando com a Patty sobre a personagem, ambas sentimos fortemente que, quando mostramos a Mulher-Maravilha, ela simboliza tantas coisas, ela é grande para as feministas e para todos. Ela é a personagem feminina mais forte e mais poderosa e eu não queria retratá-la de uma maneira em que ela fosse uma castradora, uma mandona ou uma sabe tudo, eu queria que as pessoas pudessem amá-la. Acho que você pode amar as pessoas quando você vê que elas não são perfeitas e quando você vê que elas são flexíveis, amorosas e têm boas intenções.

P: Agora que veremos a Mulher-Maravilha em Liga da Justiça, você acha que o público vai entendê-la e apreciá-la mais?
G: Sim, eu considero isso muito importante. A Mulher-Maravilha é uma figura tão icônica e ela definitivamente merecia ter uma história de origem. Então, estou feliz que pudemos mostrar isso. Precisávamos contar a história de origem dela, porque não estabelecemos isso no primeiro filme que ela aparece (Batman v Superman: A Origem da Justiça). Todos os super-heróis que conhecemos, seja o Superman, o Batman ou o Homem-Aranha, todos têm a sua história de origem e sempre compreendemos de onde eles estão vindo e o que fez eles se transformarem em quem realmente são.

P: Você pode falar sobre seus figurinos de Mulher-Maravilha? Você tem um preferido?
G: Eu tenho 14 figurinos diferentes neste filme, então é difícil escolher entre o prata e o dourado. Nenhum dos figurinos é leve, mas também não são muito pesados. Eu tenho um figurino que é o mesmo que eu usei em Batman v Superman, embora esse seja muito mais confortável do que o original. Felizmente, não tenho que vesti-lo por muito tempo. No entanto, quando estávamos nos preparando para Mulher-Maravilha, deixei claro que eu precisava ter um pouco de oxigênio passando pelo meu corpo para eu poder gravar o filme. Então, ajustamos o traje, mudamos o material e o deixamos um pouco maior, para que não fosse super, super apertado. Eu o usava todos os dias e gravamos por mais de 117 dias e eu tinha que atuar nele. Então, essa nova versão é excelente, posso até dormir nela. É como um pijama agora para mim! Eu adoro o figurino, acho que é super forte e sexy ao mesmo tempo, e amor o jeito que ele é.

P: Como foi trabalhar na tela verde, com todos os efeitos especiais?
G: Devo dizer que tivemos muitas locações nesse filme. Muitas. O primeiro mês e meio foi inteiro em locações em Londres, primeiro, e depois outro mês e meio na Itália, então tivemos aproximadamente mais de um mês de gravações no estúdio, o que é muito incomum nesses filmes sci-fi repleto de ação, então, na verdade, foi ótimo.

P: Você teve que passar por muito treinamento físico para esse papel? Claramente, há cavalgada, mas o que mais você precisou aprender durante a preparação?
G: É o que é. Antes de começar a gravar Mulher-Maravilha, senti como se eu fosse uma menininha olhando para o Monte Kilimanjaro e pensando, “Como é que eu vou escalar até em cima?”. Mas, lenta mas seguramente, e com a equipe certa, sabe, as melhores pessoas para te acompanhar nisso, eu fiz. Acho que a coisa mais desafiadora para mim foi, na verdade, o trabalho físico. Mesmo enquanto gravava eu tinha uma tenda no estúdio e toda vez que fazíamos uma pausa, eu ia treinar, então eu estava treinando o tempo todo. Foi muito difícil, e quando você adiciona o fato de que filmamos na Inglaterra no meio do inverno, não vestindo muita roupa, esse foi o maior desafio que eu tive no set. Estava tão frio que eu mal podia falar.

P: Como foi ser um membro maduro da máquina de filmes da DC?
G: (Risos) É louco, porque quando eu trabalho, é sempre muito importante para mim fazer o melhor trabalho que posso. Mas neste caso, foi ainda mais importante, pois tantas pessoas se importam tanto com essa personagem. Você tem que respeitar isso e deve respeitar o legado que essa personagem tem. Temos um excelente elenco em Liga da Justiça… e eu tive que me concentrar em minha responsabilidade, que era ajudar a contar a história e dar o meu esforço de 100%.

P: A sua jornada de Miss Israel, servindo como treinador de ginástica nas forças armadas de Israel, para uma grande estrela de cinema é uma história incrível por si só.
G: O meu objetivo original na vida era ser coreógrafa. Eu danço desde os 12 anos de idade e, mais tarde, recebi muitas ofertas para trabalhar como modelo, mas quase sempre eu recusava esse trabalho. Eu achava que ser modelo era muito superficial. Mas aí me convenci a participar do concurso Miss Israel e fiquei totalmente surpresa e estava completamente despreparada quando ganhei. Foi quando comecei a aceitar trabalhos de modelo. Mas eu também fui para a universidade e estudei Direito.

P: Como você entrou na atuação, então?
G: Por acidente. Meu agente de modelo disse que um colega tinha visto minha foto e sugeriu que eu devesse fazer um teste para ser uma Bond Girl. No início eu disse “Não”, porque eu não sou atriz e não falava inglês perfeitamente. Por fim, decidi fazer o teste e fiquei totalmente fascinada com o processo. Eu não consegui o papel [foi em 007 – Quantum de Solace e ele foi para Olga Kurylenko], mas, depois, fiz uma audição para um programa de TV israelense e fui contratada para ele. Depois, consegui o papel em Velozes & Furiosos e, desde então, estou vivendo um sonho!

P: Agora você é mãe de duas filhas. Como você se sente quanto a maternidade e a sua vida com seu marido, Jaron?
G: Meu marido é um ótimo homem que me apoia plenamente em tudo. Ele é o melhor. Adoro cada momento que passo com ele e com as minhas filhas. Ele também é um homem de negócios bem sucedido e muito envolvido nisso. Mas, mesmo que ambos estejamos ocupados com o nosso trabalho, a nossa vida familiar vem em primeiro lugar. Eu sou uma mulher muito, muito feliz, que não vê a hora de voltar para casa para a minha família toda vez que eu termino [de gravar] um filme.

12 estrelas extraordinárias, um ano muito importante, o portfólio 2018 de Hollywood está aqui

A Vanity Fair divulgou a capa da sua edição anual especial chamada Vanity Fair Hollywood Portfolio: 12 Extraordinary Stars, One Momentous Year (Portfólio de Hollywood da Vanity Fair: 12 Estrelas, Um Ano Importante).

A edição especial da revista foi criada por Graydon Carter há 25 anos e, desde então, o jornalista tem ajudado a criar o portfólio de estrelas de cada ano. Em 2018, a última edição que conta com a colaboração de seu criador se inspirou no movimento #MeToo e trouxe para a capa da revista mulheres protagonistas, bem como os homens que as apoiam.

As estrelas da capa deste ano não hesitam em falar sobre os momentos que estamos vivendo e as mudanças que precisam acontecer. Assim, temos Reese Whiterspoon e Nicole Kidman invocando o grito de guerra das mulheres de Big Little Lies, ao lado de Tom Hanks que interpreta Ben Bradlee, o ajudante indispensável da heroína Katherine Graham, em The Post. Também temos Claire Foy e Gal Gadot, representações formidáveis de suas personagens, a Rainha e a Mulher-Maravilha, e uma futura presidente nesse meio, Oprah Winfrey.

GAL GADOT, atriz, modelo.

13 filmes, incluindo Mulher-Maravilha (2017).

Fisicamente, a atriz israelense, modelo e ex-treinadora de combate das Forças de Defesas de Israel, Gal Gadot trouxe todos os atributos certos, altura e beleza imponente, atletismo, glamour de deusa, para a tarefa de interpretar a Princesa Diana, filha de Hoólita, melhor conhecida pela vizinhança como Mulher-Maravilha. Mas foi um poder secreto que Gadot tirou da manda que ganhou o dia: charme. Em uma temporada de filmes de sucesso com tão pouca diversão, o ânimo exuberante de Gadot (e a direção de Patty Jenkins) redimiu a franquia da DC. O resto da Liga da Justiça deveria entregar o calção.

Assista aos bastidores da sessão de fotos nos dois vídeos a seguir.

Assista também a Gal Gadot mostrando quando é o seu talento secreto, nos estúdios da Vanity Fair.

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O evento realizado em Nova York lançou oficialmente a nova campanha da marca

A marca de cosméticos Revlon divulgou ontem os demais rostos da campanha que deu o título de embaixadora global da marca a Gal Gadot, a Live Boldly.

Para marcar o seu lançamento oficial, a Revlon realizou um evento de Gala em Nova York que contou com a presença de Gal Gadot, Ashley Graham, Raquel Zimmerman, Adwoa Aboah e Imaan Hammam, as novas garotas da marca.

A atriz e modelo posou para os fotógrafos no tapete vermelho e até foi chamada de “Mulher-Maravilha” por alguns deles.

No evento, Gal Gadot fez um breve discurso e se atrapalhou um pouco ao dizer que não poderia estar mais feliz em se juntar à família Revlon.

Confiram as fotos de Gal Gadot a caminho do evento e no tapete vermelho do lançamento da campanha Live Boldly, em nossa galeria de fotos.

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As diretrizes ajudarão a identificar e a delatar assédio sexual em produções da indústria do entretenimento

Mulher-Maravilha 2 ainda está em sua fase de pré-produção, com o roteiro sendo escrito, mas já atingiu um importante feito: ele será o primeiro longa a adotar as diretrizes anti-assédio sexual divulgadas na cerimônia de premiação da Associação de Produtores da América (Producers Guild of America – PGA). A informação veio através da Rebecca Keegan, correspondente da Vanity Fair, em sua conta oficial do twitter.

A PGA revelou as diretrizes anti-assédio sexual para os seus 8.200 membros na sexta-feira, 19 de janeiro, após uma reunião realizada na quarta-feira que as ratificou com unanimidade. As diretrizes contém procedimentos específicos para proteger contra o assédio sexual dentro e fora do set, além de recomendações iniciais para identificar assédio sexual, um ambiente de trabalho hostil e esclarecer equívocos relacionado ao assunto.

A PGA recomenda que todas as produções estejam de acordo com as leis estaduais e federais de assédio e providenciem treinamento anti-assédio sexual pessoalmente a todos os membros do elenco e da equipe, antes do início de qualquer filmagem. A organização sem fins lucrativos também defende o cuidado, uma estrutura de relatórios e um protocolo para vítimas, testemunhas e produtores.

Gary Lucchesi e Lori McCreary, presidentes da Associação, disseram: “O assédio sexual não pode mais ser tolerado em nossa indústria ou na lista de membros da Associação dos Produtores. Como produtores, fornecemos liderança chave na criação e manutenção de ambientes de trabalho construídos em respeito mútuo, por isso é nosso dever mudar a nossa cultura e erradicar esse abuso. Embora a PGA seja uma organização de membros voluntários, as Diretrizes Anti-Assédio Sexual da PGA são sancionadas como melhores práticas para os nossos membros. A PGA está em dívida com a campanha Time’s Up, como uma fonte na criação de nossos protocolos. Continuaremos a trabalhar com eles, a comissão da indústria liderada por Anita Hill e outras organizações em nossa comunidade até que o assédio sexual seja eliminado do local de trabalho de entretenimento.

Os protocolos são recomendações iniciais da força tarefa anti-assédio sexual do PGA criada em outubro do ano passado, em resposta às diversas acusações de assédio sexual em Hollywod.

Mulher-Maravilha 2 tem data de estreia prevista para 1 de novembro de 2019. Patty Jenkins retorna na direção, ao lado de Gal Gadot no papel principal da princesa amazona.

Com informações do Screen Daily

O anúncio dos indicados aconteceu na manhã de hoje, em Los Angeles

O anuncio dos indicados à premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas desse ano foi marcada por pequenos vídeos estrelados por alguns dos maiores nomes da atualidade de Hollywood. Gal Gadot, Michelle Rodriguez, Salma Hayek, Priyanka Chopra, Rosario Dawson, Rebel Wilson e Zoe Saldana apareceram em curtos vídeos dramáticos que anunciavam a categoria que seria anunciada.

Confira o vídeo de Gal Gadot exibido antes do anuncio dos indicados à Design de Produção (antiga categoria Direção de Arte) de 2018.

Mulher-Maravilha não recebeu nenhuma indicação. Confira a lista completa dos indicados aqui.

A cerimônia que aconteceu ontem (20) prestigia os produtores do cinema e da televisão

Na noite de ontem (20), Gal Gadot compareceu à premiação dos produtores do cinema e da televisão, o Producers Guild Awards, para prestigiar os seus colegas de produção que a ajudaram trazer Mulher-Maravilha a vida.

Acompanhada de seu marido, Jaron Varsano, Gal Gadot posou para os fotógrafos no tapete vermelho.

Mulher-Maravilha era um dos concorrentes da noite da categoria Darryl F. Zanuck por Excelente Produção de Filmes Cinematográfico (Darryl F. Zanuck Award for Outstanding Producer of Theatrical Motion Pictures), com Zack e Deborah Snyder, Charles Roven e Richard Suckle. No entanto, a equipe de produção premiada foi a do filme foi A Forma da Água.

Além da equipe de produção de Mulher-Maravilha, também esteve presente no evento Patty Jenkins, a diretora do longa, que entregou a homenagem David O. Selznick Achievement Award ao produtor Charles Roven.

A diretora Patty Jenkins e a atrz Gal Gadot no Producers Guild Awards

A diretora Patty Jenkins e a atrz Gal Gadot no Producers Guild Awards

Veja as demais fotos.

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Sobre o Producers Guild Awards

Realizado em janeiro, o Producers Guild Awards é um evento obrigatório para a indústria e representa uma chance única para os membros da PGA ampliar sua rede, apoiar sua associação e prestar homenagem aos melhores de sua profissão.

Considerado um forte prognóstico para o Oscar de Melhor Filme, o anúncio do ganhador do Prêmio Darryl F. Zanuck de Produtor do Ano de Filme Cinematográfico é um dos mais aguardados da temporada.

Gal Gadot conversou com a W Magazine e contou como interpretar a Mulher-Maravilha fez ela mudar a sua perspectiva sobre as coisas e como foi ver as pessoas vestidas como a sua personagem, no Halloween.

Em junho do ano passado, Mulher-Maravilha, estrelando a gloriosa Gal Gadot, quebrou todos os recordes de bilheteria no mundo todo. O filme, que foi dirigido por Patty Jenkins, trouxe as mulheres, novas e mais velhas, às lágrimas quando a Mulher-Maravilha domina o campo de batalha. Como Brooklynn Prince, de 7 anos, a fofíssima estrela de Projeto Florida, disse: “Comecei a chorar porque a Mulher-Maravilha mostra que você não precisa de ajuda de um homem para ser quem você quer ser ou fazer o que você quer fazer.

por Lynn Hirschberg

Eu sempre pessoas para as pessoas quais filmes as fizeram chorar e, recentemente, todo mundo vem dizendo que foi a cena em Mulher-Maravilha, quando você diz, “Eu posso fazer isso.” Qual foi a cena mais emotiva de se gravar?
Essa é a coisa com esse filme e o mero fato de que não tínhamos ele quando éramos pequenas. Eu me lembro de tanto filmes em que os homens são super protagonistas, confiantes, sabem o que fazer e podem e me lembro que quando eu estava assistindo o filme, eu fiquei tão emocionada na cena no campo de batalha, quando você vê todas as mulheres montadas nos cavalos, usando as espadas e sendo tão fortes, lindas, majestosas e capazes. E eu fiquei tão emocionada e eu nem sabia o por quê. Era o começo do filme, eu sei para onde ele vai, e aí eu estava falando sobre isso com o meu marido, quando voltamos para casa, eu fiquei, “Sabe o que é, é que você nunca vai entender, pois você é homem. Mas quando eu era pequena, como mulher, como meninas, nós não tínhamos essa imagem da gente, uma versão da gente que é tão forte, poderosa e capaz.” E, de repente, eu percebi e me desconcertou.

Qual foi o momento que você sabia que havia conseguido?
Acho que o meu momento foi, na verdade, quando fomos para Nova York e vimos a Times Square e estava coberto de pôsteres da Mulher-Maravilha. Eu não conseguia acreditar. Eu já havia estado em Nova York tantas vezes, e havia visto a Times Square tantas vezes e, de repente, estar na Times Square, aquele foi um momento.

Você foi pedir travessuras ou gostosuras no Halloween? Quantas fantasia da Mulher-Maravilha você viu esse ano?
Uau, muitas. Fomos pedir travessuras ou gostosuras e eu usei uma enorme máscara, para que eu pudesse ver todo mundo, mas andar normalmente. Eu estava entusiasmada por causa delas. Sabe o que eu digo? Sempre que víamos uma fantasia da Mulher-Maravilha, menina, mulher, menino, era tão legal. Eu ficava, “Ai, meu Deus, vocês viram?” E a minha filha corria até mim e ficava apontando para as Garotas Maravilhas e Mulheres-Maravilhas, foi muito, muito emocionante.

Do que a sua filha se vestiu?
Ela era uma zumbi unicórnio. Mas que bela fantasia. [Risos]

Você que fez?
Não, a gente comprou a de unicórnio e aí eu enfaixei ela com uma gaze. Fiz a maquiagem e tudo. Foi divertido.

Qual foi a sua fantasia de Halloween preferida que você já vestiu?
A rainha da noite. Era um vestido meio princesa preto com um monte de adesivo que eu mesma colei em mim, de estrelas, luas e coisas assim. Eu tinha sete anos.

Qual foi o seu primeiro traje no tapete vermelho?
Ugh, era horrível. Hm, literalmente um guardanapo roxo, hm, um vestido sem alça, quadrado, horrível. Foi para Velozes & Furiosos 4. Horrível. Horrível. De verdade, ugh.

Qual foi o melhor conselho que a sua mãe já te deu?
Quando eu estava grávida com a minha filha mais velha, [entre] fazer tantos testes e não conseguir nada, eu engravidei e, de repente, consegui ofertas. Eu consegui um teste e aquele, o trabalho começou a vir para mim. Mas eu não podia fazer nenhum deles, pois eu estava muito grávida. E eu me lembro de falar com a minha mãe e ela dizer, “Esse é o jeito do universo de te mostrar que isso é mais importante do que qualquer coisa,” o que é muito verdade.

Mulher-Maravilha, o filme protagonizado por Gal Gadot que conta a história da super-heroína que deixa a ilha de Themyscira, habitada apenas por mulheres, para ir ao mundo dos homens lutar contra o Deus da Guerra, ganhou o prêmio de Melhor Filme de Ação, no Critics’ Choice Awards. O filme concorreu com Em Ritmo de FugaLoganThor: Ragnarok, e Planeta dos Macacos: A Guerra.

Em seu discurso de agradecimento, Patty Jenkins, a diretora do longa, agradeceu aos outros filmes concorrentes ao prêmio, “Quero agradecer muito aos outros filmes com os quais concorremos. Amo todos eles e reconheço o trabalho duro neles. Então, quero agradecer todos que também foram indicados.

Após listar toda a sua equipe criativa, a diretora também agradeceu aos atores e a equipe técnica, “(Agradeço) todos da Warner Brothers, toda a minha incrível equipe e elenco, nem consegui agradecê-los. São tantas pessoas!

Confira o discurso completo da diretora.

Mulher-Maravilha também concorria na categoria Melhores Efeitos Visuais, ganhado por Planeta dos Macacos: A Guerra e Melhor Figurino, prêmio que ficou com Mark Bridges – Trama Fantasma.

A premiação que aconteceu na quinta-feira, 11 de janeiro, também homenageou Gal Gadot com o prêmio #SeeHer.

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