Na tarde de hoje, Gal Gadot, Ben Affleck, Ezra Miller, Ray Fisher e Jason Momoa compareceram ao painel de Liga da Justiça, filme que estreia em 16 de novembro no Brasil e conta com os super-heróis Mulher-Maravilha, Batman, Flash, Cyborg, Aquaman e Superman unidos para salvar o mundo de uma grande ameaça.

Como era esperado, a Warner Bros divulgou mais um trailer oficial do filme. A versão legendada pode ser conferida a seguir.

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Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince (Gal Gadot), para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de metahumanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas, apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman (Jason Momoa), Ciborgue (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Liga da Justiça foi dirigido por Zack Snyder e estreará no Brasil em 16 de novembro.

Na tarde de ontem (28), Gal Gadot esteve na festa beneficente da marca n:Philanthropy, marca norte-americana que doa 10% do valor arrecadado com suas mercadorias para a pesquisa da cura do câncer infantil, no Children’s Hospital LA, e para o bem estar animal, com a ASPCA.

Muito sorridente, a atriz posou para fotos ao lado das atrizes Kristen Bell, Lizzy Caplan, Yvonne Niami e Nyakio Grieco, a fundadora da marca de beleza “nyakio”.

O evento aconteceu em Los Angeles.

Confira as fotos.

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Na tarde de hoje (28), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, aquela responsável pela premiação anual do Oscar, divulgou a lista dos 774 nomes da indústria cinematográfica que foram convidados a fazer parte da Academia. Entre os diversos nomes, Gal Gadot está na prestigiosa lista.

Gal Gadot é convidada a ser membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas

Fazer parte do quadro de membros da academia é algo extremamente exclusivo, pois o artista da industria cinematográfica deve ser indicado e apoiado por duas pessoas que já fazem parte da Academia. A única exceção acontece quando alguém é indicado ao Oscar, neste caso a pessoa se torna membro automaticamente. Indicar alguém é coisa séria, pois o candidato deve ter demonstrado “realização excepcional no campo dos filmes cinematográficos”.

Os novos membros são de 57 países diferentes e 39% deles são mulheres.

Além de Gal Gadot, sua colega de elenco de Mulher-Maravilha, Elena Anaya, que interpreta a Dr. Maru, também foi uma das convidadas. Entre outros, estão Chris Hemsworth, Rodrigo Santoro e Margot Robbie.

A lista completa dos convidados pode ser conferida aqui.

Desde a sua estreia, no início de junho, Mulher-Maravilha é o filme do Universo Estendido da DC mais aclamado pela crítica. Em sua terceira semana em cartaz, o filme já arrecadou US$578 milhões no mundo todo, sendo US$298 milhões somente nos Estados Unidos. No Brasil, o filme arrecadou cerca de US$23,3 milhões, fazendo com que esta seja a terceira maior bilheteria de Mulher-Maravilha no mundo, ficando atrás somente dos Estados Unidos e China (US$83 milhões).

Diante do sucesso do filme que ainda não estreou em todo o mundo*, mas está sendo arrebentando as bilheterias, não é surpresa que Patty Jenkins esteja trabalhando em um segundo roteiro de Mulher-Maravilha, ao lado de Geoff Johns, produtor executivo do filme. Em recente entrevista ao site Variety, Johns informou que ele e Jenkins estão “escrevendo as primeiras ideias, no momento. O objetivo é fazer mais um filme ótimo da Mulher-Maravilha.” Ele completou dizendo que se divertiu muito fazendo o primeiro filme, ao lado da diretora. “Temos uma ideia legal para o segundo,” ele finalizou.

Quanto ao papel da super-heroína de Gal Gadot, em Liga da Justiça, filme que estreia em novembro deste ano, Jon Berg, um dos produtores do filme, afirma “o papel dela não vai mudar, ela já tem uma grande parte no filme. As pessoas reagiram muito à Gal [Gadot], em Batman v Superman. Sabíamos que tínhamos algo especial.

Apesar do envolvimento de Patty Jenkins no roteiro da sequência do filme, ainda não há confirmação oficial de que a diretora está contratada pelo estúdio. Ainda em entrevista, Jenkins disse que, para ela, a sequência do filme se passaria nos Estados Unidos, não na Europa. O Presidente e Chefe de Conteúdo da Warner Bros. Pictures disse que o filme provavelmente se passará no passado, “em algum lugar entre 1917 e 2017.”

Alguns números de Mulher-Maravilha

  • Gal Gadot assinou contrato com a Warner Bros. Pictures em 2014, para aparecer em 3 filmes (Batman v Superman, Mulher-Maravilha e Liga da Justiça), recebendo US$300 mil por cada um.
  • Mulher-Maravilha é o filme com o menor orçamento da Warner Bros. Pictures e UEDC: US$149 milhões.
  • O filme arrecadou cerca de US$103,5 milhões em seu fim de semana de estreia no Estados Unidos e US$223 milhões em todo o mundo.
  • Apesar de ter sido a menor estreia de super-herói do estúdio, Mulher-Maravilha foi o filme que teve menor queda na bilheteria nos Estados Unidos nos finais de semana em que esteve em cartaz até agora.
  • Homem de Aço (2013) esteve em cartaz por 14 semana e arrecadou cerca de US$668 milhões mundial. Mulher-Maravilha está em cartaz há 3 semanas e arrecadou cerca de US$578 milhões em todo o mundo.

Mulher-Maravilha  estreará esta semana em alguns países da Europa. No Japão, apenas em agosto.

Com informações do Box Office Mojo e da Variety

Gal Gadot e Chris Pine então na edição de 12 de junho da revista norte-americana People.

Entrevistados por Mia McNiece e fotografados por Eric Charbonneau durante a estreia de Mulher-Maravilha, em Los Angeles, os atores que interpretam o casal Diana Prince e Steve Trevor falaram sobre flertar, congelar e estrelar em um sucesso de bilheteria dominado por mulheres. Confira.

Conversa em dobro: Gal Gadot & Chris Pine

É um pouquinho estressante entrar no traje coberto de estrelas da super-heroína mais popular de todas. “Esta personagem é tão grande e as expectativas que todos os fãs têm para isso são enormes,” diz a estrela de Mulher-Maravilha de 32 anos, uma atriz israelense e mãe de duas meninas. Enquanto isso, seu colega Chris Pine, que interpreta o interesse amoroso dela, o piloto militar Steve Trevor, brinca que ele teve um papel bem mais fácil. “Basicamente, meu papel era me apaixonar pela linda Gal e tentar fazer ela rir,” diz o ator de 36 anos. Conforme o filme cheio de ação chega aos cinemas, a dupla sentou-se com a People para falar sobre o papel dos sonhos deles.

Gal é esse espírito lindo e positivo,” diz Chris Pine, sobre sua colega de elenco.

Quando vocês conheceram a Mulher-Maravilha pela primeira vez, nas histórias em quadrinhos ou na TV?
Pine:
Minha primeira experiência foi com a Lynda Carter [na série dos anos 70]. Ela, junto com a Sha-Ra, foram as minhas duas primeiras crushes, mulheres poderosas de saias.
Gadot: Homens, isso é tão típico! Eu era muito nova para a série de TV. Mas Lynda Carter, eu tenho uma crush nela.

O que você mais gosta nesses personagens?
Gadot: Ela é uma personagem tão emblemática e forte. Eu adoro ela e tudo o que ela representa: amor, compaixão, aceitação e verdade. Acho que esses valores são tão importantes, especialmente hoje em dia, com tudo o que está acontecendo no mundo.
Pine: Eu interpreto um piloto americano que é um espião. Digo, isso é como um sonho de garoto. Ou você é um espião ou um piloto de caça. A primeira coisa que eu quis ser na vida foi piloto de caça. Eu queria ser o Goose [de Top Gun].

Dupla dinâmica: “Foi uma grande aventura para nós dois,” diz Gadot, cuja personagem se transforma da Princesa Amazona Diana para a Mulher-Maravilha.

Patty Jenkins dirigiu e várias atrizes notáveis estão no filme. Como foi estar em um set tão dominado por mulheres?
Pine:
Estávamos gravando em uma praia, na Itália, com Robin Wright e Connie Nielsen que são apenas lindas mulheres. Todos os maridos apareciam com as crianças para dar apoio às suas esposas. Eu achei que foi uma ótima virada nos papéis. Todos os maridos sentados atrás dos monitores e brincando com as crianças. O marido da Gal, Yaron [Varsano], estava lá e ele não podia estar mais feliz pela esposa dele e ele a apoiou muito.
Gadot: Foi uma vibe tipo da nova era. As mulheres estavam trabalhando e os homens estavam andando por aí com carrinhos de bebês. Pareceu um grande kibutz.

Gal, como foi colocar o traje pela primeira vez?
Gadot:
Eu adoro o traje! É como se fosse o meu pijama, agora. Eu posso dormir vestindo ele.
Pine: Deixe me dizer que Gal, para o crédito dela, estava congelando. Houve um dia em que basicamente choveu granizo e lá estava Gal, com suas pernas longas, vestindo nada, sem reclamar.
Gadot: Porque eu não podia falar. Eu perdi minha voz. Acho que eu estava passando por hipotermia.

Há algum super-poder que vocês gostariam de ter?
Gadot:
Sim, eu gostaria de curar as pessoas. Sua vez.
Pine: Eu meio que gosto de ser mortal. Apenas ser um cara burro.
Gadot: Você não é burro! Eu não poderia pedir por um parceiro melhor para contracenar. E me fazer rir.

A matéria original está em nossa galeria.

Inicio » Revistas | Magazines » 2017 » Junho | People Magazine

Até agora, Mulher-Maravilha quebrou alguns records em seu fim de semana de abertura e se manteve estável em seu segundo fim de semana nos cinemas. Com uma arrecadação de 103.5 milhões de dólares nos Estados Unidos e 223 milhões em todo o mundo, em seu primeiro fim de semana de estreia, o filme que conta a história de origem de Diana Prince, a Mulher-Maravilha, foi o filme mais assistido em todo o mundo. Em seu segundo fim de semana, a arrecadação total nos Estados Unidos chegou a 205 milhões e a arrecadação mundial, em 435 milhões, de acordo com o Box Office Mojo.

Durante as diversas entrevistas de divulgação do filme, Gal Gadot, a atriz israelense de 32 anos, se encontrou com Katie Couric, do Yahoo, na mais famosa loja de quadrinhos de Nova York, a Midtown Comics, para falar de Mulher-Maravilha, feminismo e crescer em Israel.

A atriz contou que estava indo para Los Angeles, de Tel Aviv, sua cidade natal, quando o seu agente ligou para ela para avisá-la de que o papel de Mulher-Maravilha era dela. “Eu abri o meu celular e vi tantas chamadas perdidas do meu agente. Eles me disseram, ‘Bem, você é a Mulher-Maravilha. O papel é seu.’ E eu comecei a gritar.

Essa animação durou três anos e, agora, todos podem finalmente vê-la na telona. “A Mulher-Maravilha é a guerreira mais poderosa de todas, poder e força são qualidades geralmente ligadas aos homens, não às mulheres. E percebemos que, para nós, era muito importante manter todas as qualidades femininas… Como amor, compaixão, afeto e bondade. E acho que quando você tem todas essas lindas qualidades e você as combina com força e poder, você consegue uma personagem linda e inspiradora.

A Mulher-Maravilha foi criada pela DC Comics em 1941 pelo Dr. William Marston, em resposta às críticas que diziam que os personagens de histórias em quadrinhos eram muito violentos. Marston baseou a Mulher-Maravilha nos ideais feministas que estavam surgindo na época, mostrando força e o poder das mulheres, mas ainda mantendo o charme e a beleza delas.

Para mim, feminismo é sobre igualdade, liberdade e escolha. E acho que a Mulher-Maravilha é a personagem feminista maior e mais emblemática de todas.

A atriz cresceu em Israel, serviu as Forças de Defesa de Israel e estava estudando direito, antes de decidir de tentar explorar uma carreira de atriz. Quando perguntada sobre como a sua descendência a moldou, Gal Gadot falou como uma verdadeira Mulher-Maravilha. “Meu avô nasceu na República Checha e é um sobrevivente do Holocausto. E após tudo o que ele passou, ele perdeu toda a família dele, [viu] os horrores, ele sempre me disse que não importa o quão sombrio as coisas sejam, sempre faça o bem. Se você fizer o bem para o mundo, há esta, sabe, esse carma e essa energia que te acompanharão.

A atriz finaliza a entrevista esperando que os fãs de história em quadrinhos passam aproveitar e gostar de como a Mulher-Maravilha foi apresentada na telona e ainda desafia Chris Hemsworth, perguntando quem venceria, a Mulher-Maravilha ou o Thor.

Veja as fotos dos bastidores da entrevista.

Inicio » Séries e TV | TV Shows & TV Appearances » 2017 » 05.23 | Midtown Comics (Bastidores)

Durante a divulgação de Mulher-Maravilha, o LA Times teve a oportunidade de conversar com as atrizes Gal Gadot, Connie Nielsen e Robin Wright, algumas das amazonas mais respeitadas de Themyscira, a ilha paradisíaca onde Diana Prince foi criada.

Robin Wright interpreta a General Antiope, durona com uma espada e capaz de atirar três flechas de uma vez só. Usando a coroa está Connie Nielsen, interpretando a Rainha Hipólita, mãe da princesa Diana, a mais nova do grupo, interpretada por Gal Gadot.

As três atrizes conversaram sobre coreografia de luta, armadura de couro e como foi trabalhar em um set predominantemente feminino. Confira o vídeo e a entrevista completa.

Vocês passaram muito tempo gravando juntas. Vocês formaram alguma ligação? Vocês se sentiram como as amazonas, enquanto gravavam?
Connie Nielsen:
Com certeza, me senti.
Robin Wright: Foi maravilhoso, né? Mais de 120 mulheres.
Gal Gadot: Foi como uma grande celebração das mulheres. A coisa incrível foi que todas nós nos demos muito, muito bem. Estávamos tão felizes um pela outra. Eu vi a cena dela, e fiquei, ‘Isso foi tão bom, Robin!’.
Connie Nielsen: Houve muito apoio.
Gal Gadot: Houve muito apoio e amor. E não era fingido.
Robin Wright: Era como estar em um time de futebol profissional…
Connie Nielsen: De mulheres.
Gal Gadot: Exatamente. Sem inveja. Sem tensão.
Connie Nielsen: E também pudemos malhar juntas. Fizemos todo aquele treinamento juntas, também.
Robin Wright: Muito mais fácil do que ir para a academia sozinha.

Como foi estar em um set onde as mulheres eram a maioria?
Connie Nielsen:
Era um mundo oposto. Eram os homens que estavam com as crianças no parque, enquanto estávamos na praia com os cavalos e as espadas.
Gal Gadot: Foi como uma fase de nova-era. Todos os nossos maridos estavam andando com carrinhos de bebê, enquanto estávamos na praia, trabalhando.
Connie Nielsen: Mas também era um lugar bastante amigável para as crianças, nós nos sentamos e conversamos sobre nossos filhos. Todas trouxemos nossos filhos para o set, era um tipo de set livre e muito tranquilo.
Gal Gadot: É, deveríamos fazer um filme como esse de novo.

Com que frequência você recebe a oferta de um papel assim em Hollywood? Que você pode interpretar uma rainha amazona ou uma general ou a Mulher-Maravilha? Com que frequência você vê um papel como esse?
Gal Gadot:
Nunca.
Connie Nielsen: Nunca.
Robin Wright: Nunca.
Connie Nielsen: O que é realmente incrível é como isso é completamente natural ao longo do filme. Não é uma grande coisa. É isso o que eu acho diferente. Não estamos tentando destacá-la ou aumentar as apostas. Apenas aceitamos essa autoridade.
Robin Wright: É uma tribo nômade e unissex que nasceu para lutar para proteger, sim, Themyscira e essa cultura, mas também para trazer o que a sua personagem traz para a mensagem temática, que é construir um futuro da bondade humana.
Gal Gadot: Uma vez que você não dá atenção para a coisa de gênero e você não fala sobre o fato de haver mulheres fortes, isso não é uma questão.
Connie Nielsen: Essa é uma das minhas coisas preferidas.
Gal Gadot: Quando Diana chega ao mundo real, ela está completamente alheia às regras de gênero e de sociedade de que as mulheres não são iguais aos homens. Essa é a maneira de mostrar isso, porque, honestamente, no final do dia somos almas iguais nesse universo. E não importa se somos homens ou mulheres.
Connie Nielsen: Acho que a maneira como Gal fez a cena, quando ela entra em uma sala cheia de generais, como se ela não fizesse a menor ideia de que poderia ser de outra maneira, como se ela tivesse o direito de estar lá. Acho que se você realmente quer dizer algo para as crianças, é que todos nós, todos merecem estar naquela sala.

Falem mais sobre a cena de luta na praia. Foi difícil de gravar ou foi divertida?
Robin Wright:
Foi incrível.
Connie Nielsen: Foi fisicamente difícil fazer aquelas cenas uma atrás da outra na areai. Mas foi incrível.
Robin Wright: Mas aí a gente sempre gritava, “Posso fazer de novo? Não, eu sei que posso fazer melhor. Sei que posso usar minha espada melhor.”

Foi tão bom ver a General Antiope se lançando sobre os inimigos e disparando flechas nos caras maus. Como foi assistir essas cenas quando o filme estava finalizado?
Gal Gadot: 
Na minha vida, nunca vi uma cena que é tão cheia de mulheres lindas e fortes, que estão lutando juntas em uma harmonia tão linda, fazendo coisas loucas e duronas. Nunca na minha vida vi algo assim.
Robin Wright: Sim, foi um balé.
Connie Nielsen: Foi quase que um novo paradigma para cenas de ação. Nao foi um tipo de versão feminina de uma cena de ação masculina. É uma coisa completamente diferente. E é isso o que eu acho incrível; é realmente bem adaptada para mulheres.
Robin Wright: Para o modo que nos movemos. Não nos movemos como homens.

O que vocês acham de Themyscira?
Connie Nielsen:
Estivemos em locais de verdade que era realmente lindos, sim, eles foram melhorados pelo CGI, mas eles eram incrivelmente lindos, esses sets.
Robin Wright: Estivemos em uma das cidades mais antigas da Itália, Matera, eu acho que ela tem 9 mil anos.
Gal Gadot: E você anda por lá e vê pavões de verdade, é uma loucura. Foi mágico.

Isso te faz se sentir imortal? A personagem de vocês viveram por anos e anos. Como estar em uma cidade antiga te informa como atriz?
Gal Gadot:
Isso complementa a nossa atuação. Em Matera, você se sente como se estivesse de volta aos dias de antigamente. Me senti como se estivesse em Jerusalém. Acho que isso foi muito importante para Patty [Jenkins], que gravássemos em locais de verdade.
Connie Nielsen: Além disso, gravar com uma 35mm, você tem essa experiência aumentada e é muito incomum para esse tipo de filme, parece que ele está ancorado na realidade.
Robin Wright: Quero dizer, imagine gravar todas essas sequências em uma sala como essa com um fundo verde. Estivemos em um local de verdade. Sentimos os elementos. Estar do lado de fora e estar frio, congelante durante as manhãs vestindo nossas sainhas de couro.
Connie Nielsen: E aí, lá para as 15h, estávamos morrendo e usando espartilhos.

Como foi a primeira vez que vocês vestiram os trajes de vocês?
Connie Nielsen:
Acho que foi algo como estar presa em uma armadura.
Robin Wright: Couro.
Connie Nielsen: Ela meio que faz algo. E também há a questão de segurar uma espada em sua mão. Não sei se sou eu, mas me fez sentir muito poderosa.
Robin Wright: A Sra. Excalibur.

O filme toca brevemente no relacionamento entre a Rainha Hipólita e Diana. Vamos ver mais disso no futuro?
Gal Gadot:
Claro. O relacionamento de mãe e filha é sempre algo lindo, mas complexo. Acho que há muito mais a se explorar.
Connie Nielsen: E [Wright e eu] também pudemos fazer mais em “Liga da Justiça”. Como irmãs, também. Duronas, também. Não podemos dizer muito, mas…
Robin Wright: E mais da história, vocês ganham mais da história.

Muitas pessoas cresceram amando a Mulher-Maravilha. Ela era famosa na Dinamarca, Connie? Ela era conhecida pelo resto de vocês?
Connie Nielsen:
Eu sabia muito pouco sobre a Mulher-Maravilha. Eu tinha visto algumas fotos quando me mudei para cá, mas eu sabia muito pouco e, de certa forma, foi por isso foi uma experiência incrível, porque eu estava descobrindo muito enquanto eu estava gravando. É a melhor coisa, quando você está em um espaço criativo, descobrir algo e se apaixonar por isso e se animar com isso.
Gal Gadot: Eu sinto o mesmo, pois que sabia sobre ela, mas eu não conhecia muito dela.

E agora você é ela.
Gal Gadot:
Quem acreditaria?

Inicio » Ensaios Fotográficos | Photoshoots » 2017 » 009 | Allen J. Schaben

USA Today teve a oportunidade de entrevistar Gal Gadot e de usar o Laço da Verdade na atriz que interpreta a Mulher-Maravilha no filme que estreou esta semana. Confira o que Gal Gadot respondeu sobre sete questões curiosas e que todos gostariam de saber a resposta.

Após finalizar Mulher-Maravilha, você entrou em Liga da Justiça com mais confiança?
Literalmente, no dia depois que eu finalizei Mulher-Maravilha, eu comecei a gravar Liga da Justiça (com estreia em novembro). É muito bom conhecer a sua personagem de um modo que você pode dar opinião sobre o que ela deveria ou não deveria fazer.

Quais vilões você quer que a Mulher-Maravilha enfrente em filmes futuros?
Eu adoro o Jesse Eisenberg. Eu realmente gostei do que ele fez com o Lex Luthor (em Batman v Superman: A Origem da Justiça). E parece que ficou algo não finalizado lá.

Você teve a sua segunda filha, Maya, dois meses atrás. Você ainda está fazendo o treinamento de Mulher-Maravilha?
Eu estava treinando quatro semanas após eu ter tido a bebê. Mas é um treinamento diferente. Não é tão intenso. Além disso, meu corpo precisava do descanso.

Mulher-Maravilha se passa na Primeira Guerra Mundial. Se você pudesse colocar Diana Prince em outra era, qual você escolheria?
Eu adoro os anos 90 por causa da música. De repente, você a vê em patins, seria engraçado! Então, os anos 80 ou anos 90.

Você já se deu conta da magnitude de Mulher-Maravilha?
Tudo o que acontece comigo, eu demoro um pouco em realmente entender o que está acontecendo. Por exemplo, quando eu ganhei o concurso de Miss Israel – e Miss Israel é uma coisa grande no país, ou pelo menos era – eu nunca planejei ganhar, então eu fui pela experiência. De repente, eu ganhei. Tipo, o quê? E só após eu terminar o meu (reinado), eu fiquei tipo, ‘Meu Deus, eu fui a Miss Israel! Que estranho!’. Me dei conta apenas depois.

É verdade que quando você competiu no Miss Universo, em 2004, você não levou vestidos suficientes para todos os eventos?
Ah não. Eu levei tudo, mas eu estava me rebelando. Eles queriam que nós vestíssemos vestidos de noite para o café da manhã e trajes de festa para o almoço. Era muito ridículo. Eu apenas usei jeans porque fiquei tipo, ‘Nem pensar.’ Mas eu tinha muitos vestidos na minha mala.

Você recebeu muitos elogios recentemente, por usar rasteirinhas na estreia de Mulher-Maravilha.
Ah, isso é algo que eu venho dizendo há anos, que eu quero criar essa moda de ir à tapetes vermelhos em rasteirinhas. Eu adoro usar salto alto, é bonito, sexy, que seja. Mas ao mesmo tempo, principalmente os saltos agulha, nos deixa fora de equilíbrio. Podemos cair a qualquer momento. Não é bom para a nossa coluna. Por que usamos? Eu posso usar salto anto (apesar de estar com mal jeito na coluna). Mas eu pensei ‘Vamos usar rasteirinhas!’ Estive esperando por esse momento.

Confira as fotos de Gal Gadot nas estreias de Mulher-Maravilha, com suas rasteirinhas, em nossa galeria.

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