A atriz é a nova embaixadora global da marca de maquiagens Revlon, em sua última campanha, Live Boldly.

Por Allison Collins

A maquiagem tem lugar no feminismo?

Se você perguntar para a estrela de Mulher-Maravilha, a resposta é “com certeza”.

Qualquer coisa que te faça sentir mais confiante, mais bonita e melhor quanto a você mesma tem a ver com isso [feminismo],” ela disse durante uma entrevista sobre seu último trabalho como a Embaixadora Global da Revlon. “Há uma grande interpretação errada do modo como as pessoas veem o termo do feminismo. Eu tenho amigas, mulheres, que têm carreiras e são mães e fazem de tudo e têm medo de dizer que são faministas.

Feminismo não trata de odiar os homens ou queimar os sutiãs ou brigar com alguém,” Gadot continuou. “Trata, primeiramente, da igualdade, da liberdade de escolha e, acho que nesse mundo, todos deveríamos ser feministas e quem quer que não seja, é sexista. E eu sou isso [feminista], e eu amo mulheres, e acho que especialmente agora com tudo o que está acontecendo em Hollywood, estamos em um lindo momento e estou muito interessada na era das mulheres. Realmente aparece que há essa mudança cultura e acho que é necessário.

Gadot, uma modelo, atriz e mãe que competiu em concursos de belezas e serviu no exército israelense, atingiu o estrelato em 2017 com o lançamento de Mulher-Maravilha. O contrato com a Revlon é o primeiro grande contrato de beleza dela.

Eu sou familiar com eles desde que eu consigo me lembrar de usar maquiagem,” Gadot disse. “Eles amam as mulheres, eles celebram as mulheres e são muito acessíveis.

Enquanto agora Gal Gadot diz que ela usa maquiagem quase todos os dias, “a não ser que eu esteja de férias,” isso não foi um hábito que ela adquiriu particularmente nova. “A primeira vez que eu realmente comecei a entender o valor e realmente entender a maquiagem foi quando eu comecei a ser modelo,” ela disse.

No entanto, esse não é o caso para a filha dela de seis anos, Alma.

Ela adora brincar com isso, ela adora passar maquiagem em mim, adora passar maquiagem nela e apenas brincar com isso e se sentir adulta, enquanto tenta andar com os meus saltos,” Gal Gadot disse. “Devo confessar que quando eu era pequena eu nunca fazia isso. Eu era um moleque.

Atualmente, Gadot mantém a sua rotina de maquiagem relativamente simples. Em um dia normal, ela usa uma leve base, bronzer, blush e rímel, ela disse.

Sou dessas que melhoram as coisas certas,” Gadot disse. “Eu não gosto de usar muita maquiagem, eu não gosto quando mostra muito. Mas sou uma mãe que trabalha, então eu gosto de cobrir as olheiras em torno dos meus olhos, etc, etc, e quando eu saio, gosto de ter lábios ousados e rímel.” Para o Globo de Ouro do domingo, ela partiu para o caminho dos lábios ousados, combinando com um look todo preto de Tom Ford. Da Revlon, ela menionou o Super Lustrous Lipstick (em vermelho), o rímel Mega MultiplierMascara e a base ColorStay Foundation como os itens para todas as horas.

Para a Revlon, Gadot, que é israelense, dá uma perspectiva mais global para a mais recente iniciativa de marketing da empresa, chamada Live Boldly (Viva Corajosamente).

É aí que Gal realmente entra,” disse Anne Talley, a presidente global da marca da Revlon. “Ela é um simbolo global de força feminina e beleza, mas ela também é uma mulher moderna, multifacetada… Ela é uma grande defensora das mulheres, reconhecida por usar a voz e a plataforma dela para encorajar a indústria do entretenimento a lutar pela igualdade. Realmente a vemos abraçando o poder feminino e o que uma mulher pode realizar com a sua própria força especial.

As últimas duas campanhas de marketing da Revlon – Choose Love e Love Is On – se centraram em torno do amor. Live Boldly, que será lançado em várias partes com embaixadores adicionais ao longo de janeiro, é uma saída intencional dessa mensagem.

Definitivamente estamos mudando a forma como nos comunicamos, como parte da nossa campanha Live Boldly e tendo uma representação mais ampla das mulheres, pois somos uma marca que representa mulheres em todo o mundo“, disse Talley.

Originalmente publicado pela WWD

 

Com a temporada de premiações chegando, Mulher-Maravilha, Gal Gadot, a diretora Patty Jenkins e toda a equipe do filme estão recebendo indicações, prêmios e homenagens em diversos eventos e cerimônias norte-americanos. Assim, preparamos a lista a seguir com todas as indicações e informações sobre as devidas premiações.

Premiação

Categorias

Premiado?

Data da premiação

Detroit Film Critics Society Prêmio Revelação: Gal Gadot 07 de dezembro
Festival de Cinema Internacional de Palm Springs Estrela em Ascensão: Gal Gadot (Homenageada) 🏆 02 de janeiro
American Film Institute Spotlight Award 🏆 05 de janeiro
National Board of Review Filme Destaque 🏆 09 de janeiro
Critics’ Choice Awards – Melhor Figurino
– Melhor Efeitos Visuais
– Melhor Filme de Ação
– Gal Gadot será homenageada com o prêmio See Her


🏆
🏆
11 de janeiro
Producers Guild of America Awards O prêmio Darryl F. Zanuck por Excelente Produção de Filmes Cinematográfico 20 de janeiro
SAG Awards Melhor equipe de dublês em filme de ação 🏆 21 de janeiro
Santa Barbara International Film Festival Virtuosos Awards (ou Prêmio do Conhecedor de Arte): Gal Gadot 🏆 03 de fevereiro

Satellite Awards

– Melhor Roteiro Adaptado
– Melhor Efeitos Visuais
– Melhor Trilha Sonora
10 de fevereiro
Costume Designers Guild Awards 2018 Excelência em Sci-Fi/Fantasia 20 de fevereiro
Cinema Audio Society Awards – Trilha Sonora de Filme Live Action 24 de fevereiro
Oscar A lista de indicados será divulgada em 23 de janeiro. 04 de março

 

Além disso, com as diversas listas de “Melhores de 2017”, Mulher-Maravilha conseguiu o título de:
  • Um dos 10 Melhores Filmes de 2017, segundo o site Slate.com;
  • Um dos 10 Melhores Filmes de 2017, segundo o NY Times;
  • Filme Mais Inspirador do Ano, segundo o USA Today;
  • Personagem Mais Inspirador de 2017, sendo a primeira colocada do top 10 da revista Time;
  • Filme de origem de super-herói com a maior arrecadação de todos os tempos ($821.74 milhões de dólares);
  • Filme mais falado no twitter, em 2017.

Gal Gadot também recebeu o título de Celebridade Número 1 de 2017, pelo IMDB.

Esta publicação será atualizada constantemente, assim que novas informações forem surgindo.

Na noite de ontem (7), em Beverly Hills, aconteceu a 75º edição da premiação Globo de Ouro. Enquanto Mulher-Maravilha e Patty Jenkins ficaram de fora da noite de prêmios, Gal Gadot compareceu vestindo preto (Tom Ford), para apresentar a categoria de Melhor Atriz em Minissérie ou Filme de TV, ao lado de seu colega de elenco na franquia Velozes e Furiosos, Dwayne Johnson.

Antes da cerimônia, a atriz posou para os fotógrafos do tapete vermelho, ao lado do marido, Jaron Varsano.

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Em uma noite marcada pela celebração das mulheres, pelo respeito à elas e pelo basta aos assédios sexuais no ambiente de trabalho, Gal Gadot falou ao Entertainment Tonight que Mulher-Maravilha foi lançado em uma época que ele era necessário. O momento e a história dessa personagem, quem ela é e no que ela acredita, simbolizam, de maneira irônica, tudo o que está acontecendo no momento. Tenho muito orgulho de fazer parte disso.” Quando perguntada se Diana Prince, sua personagem no filme, também vestiria preto na noite da premiação, a atriz não hesitou, “Com certeza ela vestiria preto! Com certeza! Até o laço seria preto. Todos estão vestindo preto hoje, é lindo e emocionante ver todas essas mulheres e todos os homens se unirem para dizer que O Tempo Acabou (Time’s Up). O tempo acabou. É hora de nos respeitarmos. O tempo acabou para o assédio sexual, para o abuso, para a desigualdade. O tempo acabou.

Sobre a sequência de Mulher-Maravilha, Gal Gadot disse que não poderia falar nada “além do fato de que estamos trabalhando nisso. Será incrível e estou muito animada de estar trabalhando com Patty Jenkins de novo.” Ao final da entrevista, Gal Gadot mandou um recado para a primeira Mulher-Maravilha da TV, Lynda Carter, “Lynda, definitivamente precisamos e queremos você em nosso filme!

O primeiro prêmio da noite foi o apresentado por Gal Gadot e Dwayne Johnson. Ao abrir o envelope para anunciar a ganhadora (Nicole Kidman), Gal Gadot reforçou o tema da noite. “Vamos fazer isso juntos. Sou inclusiva, é homens e mulheres juntos.

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No segundo dia do Palm Springs International Film Festival, Gal Gadot se juntou à Patty Jenkins em uma sessão de perguntas e respostas sobre Mulher-Maravilha, após uma exibição especial do filme. No painel denominado Talking Pictures, Patty Jenkins falou sobre a jornada que a levou até a direção do filme da super-heroína e Gal Gadot contou como conseguiu o maior papel de sua carreira.

Quando a diretora estava envolvida em seu primeiro projeto de sucesso, Monster: Desejo Assassino, ela teve o seu primeiro contato com a Warner Bros, “Eu falei, ‘Não acredito que ninguém nunca fez Mulher-Maravilha. Ela é o meu super-herói preferido, quero fazer Mulher-Maravilha.’ Então, comecei a falar com eles, mas não era o que eles queriam fazer na época.” O estúdio estava focado em desenvolver a trilogia Batman, de Christopher Nolan.

Algum tempo depois, a Warner Bros enviou um roteiro para ela (“É engraçado, eu ainda tenho ele guardado.“), dizendo que eles adorariam que ela o reescrevesse e dirigisse este filme. No entanto, a diretora estava grávida de 5 meses, “Eu respondi, ‘Eu não consigo fazer isso agora.’

Um ano antes de ela finalmente entrar no projeto de Mulher-Maravilha que vingaria, outro roteiro bastante diferente do que ela gostaria de fazer e acreditava estava em desenvolvimento. Outra vez Patty Jenkins recusou o projeto. “Com esse filme, nunca foi um momento do tipo ‘Meu Deus, eu consegui o trabalho!’, foi um namoro muito longo. E acho que esses filmes deveriam ser assim, quando você se certifica de que você é o diretor certo para eles e eles são as pessoas certas para você. É uma trincheira de guerra em qualquer tipo de filme. E fazer visões diferentes [da que você acredita] seria uma experiência extremamente desagradável.

A moderadora do painel mencionou como o relacionamento de Gal Gadot e Patty Jenkins foi como um casamento arranjado, já que a atriz foi escolhida antes da diretora. No entanto, o resultado gerou uma parceria incrível. “Casamentos arranjados às vezes dão certo!” brincou Gal Gadot.

A atriz de Mulher-Maravilha contou que não sabia que sua personagem ganharia um filme solo, quando fez o teste para o papel, “Eles me escolheram para ser a Mulher-Maravilha e eu sabia que estaria em Batman v Superman, mas acho que todos estavam esperando para ver como eu seria recebida, o quão bem eu me sairia, antes de me darem o meu próprio filme. Então, mais ou menos um ano depois… Não, menos de um ano depois… Alguns meses após terminar de gravar Batman v Superman, percebi que faria o meu próprio filme.

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Após o painel, Gal Gadot e Patty Jenkins participaram de um almoço da Variety, o Creative Impact Awards, que honrou a diretora com o Impact in Directing award (prêmio de Impacto na Direção, em tradução livre). Gal Gadot apresentou o prêmio à Patty Jenkins e se emocionou, “Ela é a primeira mulher a recebê-lo, mas se depender dela, não será a última. Ela traz luz ao mundo e torna tudo o que toca mais brilhante.

Em resposta, Patty Jenkins chamou Gal Gadot de sua “melhor amiga do mundo todo e uma atriz incrível.

Confira as fotos.

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Com informações do Variety e de Kay Shackleton

A primeira publicação de 2018 de Gal Gadot no Instagram foi a carta aberta de apoio a iniciativa “Time’s Up” (“O Tempo Acabou”, em tradução livre), uma campanha lançada no primeiro dia de 2018 contra o abuso sexual de mulheres no ambiente de trabalho, seja em Hollywood ou além.

Eu assinei essa carta de solidariedade para estar ao lado das mulheres e homens por toda a indústria, que passaram por assédio sexual, violência ou abuso, para dizer: já chega.” #TimesUp (Link na bio).

Diversos atores, diretores e escritores de Hollywood, incluindo Reese Whiterspoon, Shonda Rimes e Eva Longoria, decidiram tomar uma atitude maior contra o abuso das mulheres, se comprometendo a apoiar trabalhadores de todas as áreas a lutar contra o assédio sexual. A iniciativa conta com mais de 300 pessoas e o movimento foi anunciado em uma carta aberta e publicada como uma propaganda de página inteira no jornal norte-americano The New York Times.

Em entrevista ao mesmo jornal, Whiterspoon disse: “Fomos distanciadas uma da outra. Nós finalmente estamos ouvindo umas às outras, e vendo umas às outras, e agora, fechando parcerias em solidariedade uma com a outra e essa solidariedade com cada mulher que não se sente vista, para finalmente ser vista, ouvida.

A iniciativa possui um fundo de 14 milhões de dólares em doações para ajudar mulheres menos privilegiadas, uma missão que pretende abordar questões de gênero em estúdios e agências de talento, legalizar punições para companhias que toleram esse comportamento e convidar para que as mulheres falem sobre os casos no tapete vermelho no Globo de Ouro.

A campanha ocorre depois que uma onda de alegações de abuso sexual contra o produtor de Hollywood Harvey Weinstein desencadeou o movimento #MeToo, com mulheres e homens usando redes sociais para falar sobre suas experiências com assédio.

Confira a tradução da carta na íntegra a seguir, feita pela nossa equipe.

1 de janeiro de 2018

Queridas Irmãs,

Escrevemos em nome de mais de 300 mulheres que trabalham no cinema, TV e teatro. Há um pouco mais de dois meses, indivíduos corajosos revelaram a verdade obscura do contínuo assédio sexual e violência feito por pessoas poderosas da indústria do entretenimento. Durante um dos nossos momentos mais difíceis e vulneráveis, a Alianza Nacional de Campesinas (a Aliança National de Trabalhadoras Rurais) nos enviou uma poderosa e compassiva mensagem de solidariedade pela qual estamos profundamente gratas.

Aos membros da Alianza e trabalhadoras rurais pelo país, nós te vemos, nós te agradecemos e nós reconhecemos o grande peso da nossa experiência comum de sermos atacadas, assediadas e exploradas por aqueles que abusam do seu poder e ameaçam a nossa segurança física e econômica. Nós também suprimimos a violência e rebaixamos o assédio por medo de sermos atacadas e destruídas no processo de falar. Nós compartilhamos do sentimento de vocês de raiva e vergonha. Abrigamos o medo de que ninguém acreditará em nós, de que pareceremos fracas ou que seremos desprezadas; e estamos aterrorizadas de que seremos demitidas ou nunca mais contratadas em retaliação.

Também reconhecemos o nosso privilégio e o fato de que temos acesso à enorme plataformas para amplificar as nossas vozes. Coisas que têm atraído e impulsionado a atenção generalizada à existência deste problema em nossa indústria e que trabalhadoras rurais e inúmeros indivíduos empregados em outras indústrias não tiveram.

Para cada mulher empregada na agricultura que teve que afastar os avanços sexuais indesejados de seus patrões, cada governanta que tentou escapar de um hóspede violento, cada zeladora presa à noite em um prédio com um supervisor predador, cada garçonete agarrada por um cliente que esperou ser recebido por um sorriso, cada trabalhadora têxtil e de fábrica forçada a negociar atos sexuais para mais turnos, cada trabalhadora doméstica ou cuidadora tocada a força por um cliente, cada mulher imigrante silenciada pela ameaça de seu status ilegal ser reportado em retaliação por falar e para mulheres em todas as indústrias que são sujeitas a indignidades e comportamentos ofensivos que eles esperam que sejam tolerados para ganhar a vida: estamos com vocês. Nós apoiamos vocês.

Agora, ao contrario do que nunca visto antes, o nosso acesso à mídia e aos importantes tomadores de decisões têm o potencial de levar a verdadeira prestação de contas e consequências. Queremos que todas as sobreviventes de assédio sexual, em qualquer lugar, seja ouvida, seja acreditada e saiba que a prestação de contas é possível.

Também queremos que todas as vítimas e sobreviventes sejam capazes de acessar a justiça e o apoio pelo mal que elas sofreram. Particularmente, queremos erguer as vozes, o poder e a força das mulheres trabalhando em indústrias de baixo salário, onde a falta de estabilidade financeira as torna vulneráveis a altos índices de violência e exploração baseadas no gênero.

Infelizmente, em muitos centros de poderes – de legislaturas a conselhos, ambientes corporativos e acadêmicos – falta paridade de gênero e as mulheres não têm autoridade na tomada de decisão. Essa desigualdade sistêmica de gênero e desequilíbrio de poder promove um ambiente oportuno para o abuso e assédio contra as mulheres. Portanto, pedimos para um aumento significativo das mulheres em posição de liderança e poder em todas as indústrias. Além disso, procuramos representações, oportunidades, benefícios e salários iguais para todas as trabalhadoras, para não mencionar uma maior representação de mulheres de cor, mulheres imigrantes, mulheres com deficiência, mulheres lésbicas, bissexuais e transgêneros, cujas experiências na força de trabalho são muitas vezes significativamente pior do que a de seus pares brancos, cisgêneros e heterossexuais. A luta para que as mulheres entrem, elevem os ranks e simplesmente sejam ouvidas e reconhecidas nos locais de trabalhos dominados pelos homens deve terminar; o tempo acabou para este monopólio impenetrável.

Somos agradecidas aos muitos indivíduos – sobreviventes e aliados – que estão falando e forçando a conversa sobre assédio sexual, violência sexual e viés de gênero a sair das sombras e ir para o holofote. Encorajamos fervorosamente a mídia que cobre as revelações das pessoas em Hollywood a gastar tempo equivalente nas inúmeras experiências dos indivíduos trabalhando em negócios menos glamorosos e valorizados.

Assédio muitas vezes persiste porque os criminosos e empregadores nunca enfrentam as consequências. Isso é, muitas vezes, porque os sobreviventes, particularmente aqueles trabalhando nas indústrias de baixo salário, não possuem os recursos para lutar de volta. Como primeiro passo em direção a ajudar as mulheres e homens em todo o país a buscar justiça, os signatários desta carta criarão um fundo legal para ajudar os sobreviventes de assédio sexual em todas as indústrias a desafiar aqueles responsáveis pelos danos contra eles e dar voz a suas experiências.

Continuamos empenhadas em responsabilizar nossos próprios locais de trabalho, pressionando por mudanças rápidas e efetivas para tornar a indústria do entretenimento um local seguro e equitativo para todos, contando as histórias das mulheres através dos nossos olhos e vozes, com o objetivo de mudar a percepção da nossa sociedade e o tratamento das mulheres.

Em solidariedade.

Com informações do Reuters

O American Film Institute (AFI) iniciou o final de semana do Globo de Ouro com um lembrete do quanto as mulheres contribuíram para o legado de Hollywood.

No almoço anual que aconteceu ontem (05), na Califórnia, os 10 melhores filmes e as 10 melhores séries do ano de 2017 foram celebrados. Claro, Mulher-Maravilha fez parte desta lista.

Um vídeo chamado March of Time iniciou as comemorações, exibindo mais de 100 anos da indústria do entretenimento. Em resposta ao grande impulso do público e dos famosos para a paridade de gênero em Hollywood, o vídeo focou exclusivamente no inesquecível trabalho de estrelas femininas, desde Shirley Temple a Mary Tyler Moore.

Neste evento, nenhum prêmio é entregue e ninguém é obrigado a fazer um discurso. Em vez disso, os apresentadores do AFI fazem uma breve introdução do porquê um projeto foi escolhido e, então, um vídeo é exibido. Para Mulher-Maravilha, ao exibir a super-heroína cruzando a Terra de Ninguém, a estrela mirim de Projeto Flórida, Brooklynn Prince, deixou a sua mesa correndo e se jogou no colo de Gal Gadot, colocando a cabeça sobre o peito da atriz. Ao acender das luzes, Gal Gadot abraçou a garota e suavemente pois a mão na testa dela.

Patty Jenkins finalizou o almoço com um rápido brinde. “Tenho a sorte de olhar para o grande Steven Spielberg, ele me lembra de algo que Katherine Graham disse: ‘Amar o que você faz e sentir que isso importa, como algo poderia ser mais divertido?

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Com informações do USA Today

Entertaiment Weekly perguntou a Gal Gadot sobre o momento que ela percebeu que Mulher-Maravilha era um sucesso, qual cena entre os seus três filmes da DC foi a sua preferida, o que ela achou dos comentários de James Cameron e muito mais.

Por James Hibberd. Tradução: Gal Gadot Brasil

No início de 2017, Mulher-Maravilha havia finalizado a produção principal há alguns meses, os fãs já tinham te visto em Batman v Superman, o primeiro trailer do filme solo já havia sido lançado. Quais eram as suas expectativas, você sabia que você tinha algo especial a essa altura?
Gal Gadot:
Sempre há isso de como você se sente em relação a algo, mas você nunca sabe como realmente será quando tudo estiver feito e pronto. Parecia que era especial. Quando gravamos o filme, estávamos tão dedicados e tão preocupados com cada decisão que tomamos com a personagem e com a história, tive muito privilégio de trabalhar com uma cineasta incrivelmente fenomenal, a Patty Jenkins. Mas não esperávamos que ele fosse ser tão bem aceito.

Você tinha alguma preocupação em particular?
Gal Gadot:
Essas preocupações aconteceram antes de começarmos a gravar o filme. Porque esse era meu primeiro filme que eu realmente carregava e era a principal. O peso pesado estava nos meus ombros. Então eu estava preocupada no início. Eu me sentia como uma garotinha encarando o Monte Kilimanjaro e pensando: Como eu vou escalá-lo até o topo? Mas lentamente e gradualmente, a jornada até o ápice desta montanha foi fascinante, revigorante e emocionante e muito disso tem a ver com as pessoas com que você está trabalhando.

Antes de Mulher-Maravilha, havia uma história sobre um memorando vazado da Marvel em que um executivo sugeria que filmes de super-heroínas não davam certo. Alguma vez, antes do filme ser lançado, você sentiu que alguém na indústria estava cético?
Gal Gadot: Eu tenho que ser honesta e dizer que não. Eu li todos os artigos sobre como os filmes anteriores de super-heróis liderados por mulheres não deram muito certo. Demorou mais de 13 anos para o estúdio realmente gravar Mulher-Maravilha. Mas uma vez que a decisão havia sido feita, eu não tinha medo. E, depois que eu presenciei como a audiência reagiu à Mulher-Maravilha em Batman v Superman, eu tinha certeza de que o filme se sairia bem, eu só não sabia o quão bem. Sempre que eu lia esses tipos de artigos, isso me impulsionava e me motivava a mostrar que eles estavam errados.

A primeira vez que você viu o filme foi na estreia? Como foi a sua experiência naquela noite?
Gal Gadot:
Eu tenho me tornado mais espiritual, quanto mais eu cresço. O mundo tem uma maneira muito interessante de te por no chão e te manter em equilíbrio. Quando começamos a promover o filme, eu machuquei as costas bem no início, no avião, indo para a China. O sucesso foi tão grande, mas eu não conseguia realmente apreciá-lo. Eu não estava estourando a champanhe. Eu estava de cama, sem poder segurar a minha bebê. Eu não podia me sentar na primeira exibição, na estreia em Los Angeles. Eu pensei que era como se eu tivesse carregado tanta pressão psicológica do filme que as minhas costas estava literalmente “quebrada”. Então eu não menosprezei isso. Eu realmente deveria aproveitar cada momento.

Quando você viu as críticas cheias de elogios aparecendo… Como foi isso?
Gal Gadot: 
Era uma terça-feira de noite e eu sabia que eles estavam levantando o embargo das críticas às 21h. Era a minha primeira vez passando por isso. Geralmente, eu não fico ligada quando o estúdio levanta o embargo. Então eu coloquei a minha filha na cama e disse, “Você precisa dormir, eu preciso trabalhar um pouco esta noite.” E, claro, naquela noite ela estava bem acordada. Eu disse, “Está certo, vou trazer o meu computador e sentar com você, até você dormir.” Então eu trouxe o meu computador e comecei a ler todas as críticas. Eu fiquei tão animada que liguei para a Patty. No momento que eu liguei para a Patty, ela atendeu, ele nem tocou. Ela atendeu imediatamente. Ela estava toda, “O que está acontecendo? Eu estava meditando por 20 minutos, não estava lendo nada, [eu estava] literalmente esperando que você me ligasse.” Eu estava só gritando: “Ahhhhh!” Ela disse, “Isso é bom? Isso é bom?” Eu disse, “É inacreditavelmente incrível! Eu não acredito que isso está acontecendo com a gente nesse momento!” E a minha filha, que tem 6 anos agora, que foi parte da produção – quando você trabalha tantas horas, seus filhos vêm ao estúdio e se tornam parte da bagunça. Minha filha ficou tão empolgada. Ela me perguntou, “O que está acontecendo, mamãe?” Eu falei para ela: “As pessoas estão gostando do meu filme. Viu, se você trabalha duro o bastante e tem boas intensões na vida, as pessoas apreciam isso.

Que história maravilhosa. Você claramente tem um relacionamento ótimo com Patty. Ela, claro, teve longas negociações para retornar como diretora de Mulher-Maravilha 2. Você estava preocupada que vocês poderiam não se reunir?
Gal Gadot: 
Você quer a minha opinião honesta, né?

Claro.
Gal Gadot: Não. Eu falei para ela que eu estava completamente com ela e a apoiaria e… você sabe, eu acho que ela completamente tem o direito do que ela receberá, das negociações que ela fez. Ela fez um trabalho fenomenal e sabia como contar essa história da maneira mais interessante. Fazendo um filme como esse, é um filme movido por mulheres, é um filme da Mulher-Maravilha. Mas há o problema de que você não quer que o filme seja apenas para mulheres ou que apenas mulheres e fãs de super-heróis se identifiquem com a história. Era muito claro para a Patty, desde o início, que ela queria que essa história fosse universal, para que todos possam se identificar de maneiras diferentes, com a jornada dessa personagem. Ela fez isso brilhantemente e não havia pessoa mais feliz do que eu, quando foi anunciado que ela continuaria e que nós vamos nos reunir.

Quase pareceu que você diria que se ela não tivesse voltado, você não faria a continuação. Mas eu não tinha certeza se você chegaria tão longe…
Gal Gadot:
Eu não precisei. Os executivos da Warner Bros. são espertos e mostraram gratidão a ela. Ninguém tentou tirar o crédito de ninguém. Era claro que ela criou um filme incrível e ela deveria ser paga por isso. Não houve a necessidade de passar por nenhuma declaração de ameaças. Todos estavam na mesma página.

As pessoas literalmente choraram nos cinemas, quando o filme estreou. Tenho certeza que você teve muito retorno dos fãs, desde então. Existe alguma reação em particular de algum fã que realmente te tocou?
Gal Gadot: 
Houve diferentes. Eu conheci esse casal com mais de 80 anos e eles foram juntos, de cadeira de rodas, e foi a noite de encontro deles e eles estavam tão entusiasmados em ver um filme. Eu fiz uma sessão de Perguntas e Respostas para o SAG e uma das pessoas lá disse que a sobrinha dele havia perdido ambas as pernas e estava realmente deprimida e, obviamente, passando por um momento difícil. Uma vez que o filme foi lançado, isso tornou-se coisa dela. Ela assistia Mulher-Maravilha todos os dias e foi assim que ela encontrou mais poder para superar os problemas que ela está passando. Foram histórias muito emotivas, divertidas e felizes. Honestamente, a palavra “incrível” vai repetir-se, pois é assim que tem sido recentemente.

Agora, você interpretou a Mulher-Maravilha em três filmes. Qual foi a cena preferida da sua personagem?
Gal Gadot: 
Há diversas. Houveram cenas preferidas para interpretar, eu amei gravar a cena do relógio e a cena da dança na praça; Mas vendo o filme, eu amei quando a Mulher-Maravilha se revelou pela primeira vez ao cruzar a Terra de Ninguém.

Há algo que você sente que aprendeu sobre como interpretar essa personagem que demorou um tempo para descobrir?
Gal Gadot: 
Uma semana estávamos nos esforçando. Era a cena da torre, após a Mulher-Maravilha matar o General Ludendorff e achar que matou Ares. Ela não consegue entender porque todo mundo ainda lutava.

Eu amo essa cena.
Gal Gadot: É. Porque o que o Steve está dizendo é que nem todo mundo é bom, que as pessoas são tanto boas e más. E o que a Mulher-Maravilha percebe é que a mãe dela estava certa. Ela está devastada por essa revelação. Mas o público compartilha do ponto de vista de Steve, pois nós entendemos que os homens são maus e bons. E eu estava realmente preocupada, pois há uma linha tênue quando interpretamos a ingenuidade que você não quer parecer burro. Levamos um dia para descobrir o equilíbrio certo e o tom para essa cena.

Há algo que você fez com a sua personagem pelo caminho, que se você pudesse voltar e fazer diferente, você faria?
Gal Gadot: 
Não, pois o resultado foi tão ótimo que nos trouxe onde estamos hoje. É como o Efeito Borboleta, se você mudar algo, talvez a coisa toda seria mudada. Então, não mudaria nada.

Esse parece um daqueles papeis que carrega com ele tanta responsabilidade. Você sente que você tem que ser um exemplo a seguir fora da tela, você querendo ser ou não?
Gal Gadot: É uma questão complicada, pois não é como se eu quisesse ser um exemplo a ser seguido. Não é como se alguém acordasse e falasse, “Hoje, serei um exemplo a se seguir!” Mas para mim, sou uma pessoa entediante. Eu tenho todas as coisas emocionantes de ação quando estou atuando. Porque, na vida real, eu sou casada, sou mãe. Eu não curto sair ou ir à festas. Não é quem eu sou. Então é meio fácil, pois eu não sou nem um pouco descuidada e porque tenho duas meninas. É importante para mim que quando elas cresçam, se elas me verem fazer algo, elas se sintam confortáveis com isso. Sabe o que eu quero dizer?

Ou seja, ser mãe molda você em ser um exemplo a seguir, independente da sua carreira…
Gal Gadot: Isso, exatamente.

Outra grande manchete durante o seu ano foi que James Cameron criticou o filme, como um ícone objetivado, sobre o que Patty falou com muito fervor. Mas acho que não vi a sua opinião sobre isso?
Gal Gadot: 
Porque eu não queria dar atenção a ele. Primeiro de tudo, sou uma grande fã do trabalho dele. Os filmes dele são ótimos. Ele foi muito inovador em muitas coisas que fez e eu nçao tenho nada além de ótimas coisas a falar sobre o lado criativo e profissional do trabalho dele. Quando esse fato aconteceu, na época que isso aconteceu, ele estava promovendo outro filme dele. Parecia que ele estava procurando por publicidade e eu apenas não queria chamar a atenção para ele.

Recentemente, Liga da Justiça foi lançado e enquanto você foi elogiada pela sua atuação, o filme foi atingido pela crítica. O que você achou do filme?
Gal Gadot: 
Quando eu comecei a gravar Liga da Justiça foi literalmente o dia seguinte de ter finalizado Mulher-Maravilha. Então, era a mesma coisa, mas diferente, e foi muito legal dividir o palco com um grupo de elenco e trabalhar com alguns dos caras novamente. Foi muito divertido. Obviamente, esse não era sobre a Mulher-Maravilha, ela estava apoiando a história maior. Estou muito animada em começar a trabalhar em Mulher-Maravilha 2.

O que você pode nos contar sobre como sua personagem evolui no segundo filme?
Gal Gadot: Exceto pelo trabalho incrível que Lynda Carter fez na série de TV, esta personagem nunca foi exibida na telona. Acabamos de ver a história da origem dela. Mas há muito a se explorar com essa personagem que tem 75 anos de legado, há tanto material e tantas maneiras que estou empolgada com isso.

Recentemente você tuitou que você será “eternamente agradecida por interpretar essa personagem”. Quantos filmes Mulher-Maravilha você poderia fazer? Como você saberá se e quando é hora de seguir em frente?
Gal Gadot: Acho que quando eu chegar lá, quando eu sentir que é hora de seguir em frente, eu saberei. No momento, eu não sei.

Foto em destaque: Gal Gadot e Patty Jenkins no Brunch do Variety: Creative Impact Awards & 10 Directors to watch

A W Magazine divulgou uma lista das 29 excelentes razões para o público ir ao cinema e não desistir de Hollywood. Gal Gadot é uma delas.

Da inauguração de Donald Trump as horríveis revelações sobre Harvey Weisten e outros supostos predadores sexuais, Hollywood, como o resto do mundo, não poderia escapar da enxurrada de notícias chocantes diárias. No meio de todo esse barulho, algumas vozes fortes e positivas surgiram e, felizmente, muitas delas eram femininas. Em junho do ano passado, Mulher-Maravilha, estrelando a gloriosa Gal Gadot, quebrou os recordes de bilheteria do mundo todo. O filme, que foi dirigido por Patty Jenkins, levou as mulheres, novas e velhas, as lagrimas, quando a Mulher-Maravilha toma conta do campo de batalha.

Jennifer Lawrence, Emma Stone, Margot Robbie, entre outros, compõem a lista.

8/38 Gal Gadot em Mulher-Maravilha

Este ano, no Halloween, minha filha e eu fomos pedir ‘travessuras ou gostosuras’ e eu estava usando uma enorme máscara, para que eu pudesse ver todo mundo, mas não pudesse ser vista. Sempre que eu via uma fantasia da Mulher-Maravilha em uma menina ou menino eu ficava muito animada. Minha filha, que estava vestida como um unicórnio zumbi, corria até mim e dizia, ‘Você viu aquela Mulher-Maravilha?’ Elas estavam em todas as partes!

Gal Gadot veste um vestido Moschino Couture; anel Fabergé; sapatos Off-White da Jimmy Choo.

Gal Gadot também foi fotografada ao lado de James Franco.

As fotos foram adicionadas em nossa galeria de fotos.

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