A edição de fevereiro da revista norte-americana Empire traz uma pequena matéria sobre o filme Mulher-Maravilha, que estreará em 02 de junho de 2017, além de uma nova imagem do filme. Confiram a matéria traduzida.

Os campos lamacentos da Primeira Guerra Mundial não são lugares para uma super-heroína. Eles não possuem nenhum nazista mal-humorado para combater, nenhuma verdade e justiça para defender: apenas uma luta implacável e moralmente sombria para sobreviver. Ainda assim, aquelas planícies são o cenário para a estreia da Mulher-Maravilha de Gal Gadot, também conhecida como Diana Prince, enquanto a diretora Patty Jenkins leva a icônica heroína da ilha toda protegida de Themyscira, para a lama e o sangue dos Flandres.

Minha abordagem era focar em contar a história da guerra mecanizada e como isso seria visto por um deus que visitasse nosso mundo pela primeira vez,” explica Jenkins, “(Eu queria que o público) entendesse os horrores que uma guerra dessa proporção tornam possível e o quão chocante isso seria para alguém que chega com um grande senso de honra e justiça. Ela não percebe, ainda, o quão sem sentido e obscuro o mundo pode ser.” Se você for dar um choque de realidade em uma jovem mulher que passou a vida sonhando em se tornar uma guerreira, A Guerra Para Acabar Todas As Guerras é o ideal para isso.

Após a aparição dela em Batman v Superman: O Despertar da Justiça, quando ela uniu forças com Bruce Wayner e Kal-El, está é uma história de origem da Mulher-Maravilha. Ele dará a Gadot a chance de demonstrar porque ela é a pessoa perfeita para interpretar uma Prince no meio dos homens. “Ela é tudo o que Diana é,” se entusiasma Jenkins. “Boa, educada, forte, admirável, engraçada, divertida, linda e inocente, mas ainda assim, inteligente. Ela emana a mensagem deste filme porque é tão natural para ela.

A Mulher-Maravilha terá a ajuda do soldado aliado Steve Trevor, interpretado por Chris Pine, cujo avião cai em Themyscira, enquanto tenta fornecer informações vitais ao comando aliado. A missão deles: salvar vidas e deter um louco de amplificar a matança. Não se trata – como pode ser com o Capitão América ou até mesmo com o Superman – de derrotar as Potências Centrais, mas sim de proteger o maior número de vidas possíveis. Ainda assim, o tamanho da carnificina é um golpe para a recém-chegada idealista.”Ela é vulnerável por conta do quanto ela se importa,” diz Jenkins. “O que a motiva é filosófico. Ela não está apenas acabando com caras maus ou acabando com o crime. Ela acredita na bondade e no amor. (Ela) é feroz e está disposta a lutar, mas só para proteger o melhor da humanidade. A história dela realmente é de amadurecimento.” Mesmo enquanto ela aprende sobre a capacidade da humanidade para o mal, é uma aposta justa que sua presença no campo de batalha – toda de vermelho, dourado e feroz – vai inspirar os melhores anjos de nossa natureza.

Por sorte, os poderes dela lhe dão a habilidade de sobreviver a provação e fazer a diferença mesmo na bagunça. “Ela é incrivelmente forte, rápida e uma das lutadoras mais qualificadas e bem treinadas do universo dos super-heróis,” Jenkins fala. “Ela também possui algumas armas clássicas em seu poder e finalmente podemos experimentá-los em toda a sua glória moderna. Acontece que um lasso é muito mais temível do que se poderia imaginar.” Neste confronto entre uma mulher com uma corda e exércitos inteiros equipados com morteiros e gás-mostarda, nossa aposta está naquela com a tiara.

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Matéria original por Helen O’Hara. Traduzido e adaptado pela equipe Gal Gadot Brasil.